Paulo Nobre ocupa o  trono de ferro da CAPES. Caminho livre para a neurose aquecimentista?

Carlos Nobre ocupa o trono de ferro da CAPES. Caminho livre para o terror ambiental?

Ricardo Augusto Felicio – Prof. Dr Climatologia Mas, antes disto, um brasileiro preocupado com o futuro da nação.

Os “aquecimentistas” fizeram o maior alarde no Brasil e fora dele, com a indicação de Aldo Rebelo para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por este ter uma visão cética quanto ao falso “aquecimento global” e o terrorismo das “mudanças climáticas”, além de uma posição nacionalista sob a óptica da geopolítica que envolve estas questões e o desenvolvimento do Brasil. Tais posições, além de incomodar a falange pregadora do fim do mundo e do terror ambiental, gerava um incômodo e incompatibilidade em Carlos Nobre, “aquecimentista” assumido e reconhecido internacionalmente por esta posição. Desta forma, continuar ocupando o seu cargo político como secretário do MCTI mostraria de fato esta incompatibilidade. Mas como Nobre é uma daquelas pessoas poderosas que só “caem para cima” e tendo em vista que a “agenda ambiental” antinacional precisa continuar, nada melhor que ele ocupe uma posição onde ainda possa exercer esta influência com melhor eficiência. Assim sendo, o ministro da Educação acaba de indicá-lo para presidir nada mais, nada menos que a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior,) conselho ligado a esse ministério. De lá, Carlos Nobre exercerá toda a sua influência de aquecimentista no desenvolvimento da Ciência do Brasil.

É a CAPES que faz as questionáveis avaliações de revistas e periódicos científicos, onde não param de aparecer denúncias sobre tais medidas avaliadoras, conforme matérias publicadas em jornais nacionais e internacionais. De fato, não nos surpreenderemos quando ocorrerem as reavaliações das revistas científicas. Aquelas que porventura quiserem manter uma autonomia ou ousarem publicar trabalhos de cientistas que não sigam a “causa” poderão, até mesmo, ver afetado o seu prestígio. Entretanto, aquelas que contribuírem, com corpos editoriais participantes, poderão cada vez mais progredir nas avaliações. Este cenário é bem plausível e merece ser acompanhado de perto, cruzando nomes de corpos editoriais e avaliadores do programa, como já foram denunciados anteriormente.

Também cabe ao órgão direcionar as bolsas de pesquisa no Brasil, dentro dos programas de pós-graduação. Aqui, a confirmação das verbas para pesquisas “aquecimentistas” já é mais que óbvia, tendo em vista o número de bolsistas e pesquisas que recebem diretamente verbas para isto, em detrimento de outras áreas importantes do conhecimento. Desta forma, se os avaliadores das revistas, os pareceristas de bolsas e as pesquisas forem adeptos do “aquecimentismo”, pergunto: que chances terão os críticos desta visão distorcida dos fenômenos climáticos? A resposta parece evidente: nenhuma. Como eles também participam de comissões em universidades e instituições públicas brasileiras, virão depois dizer que os pesquisadores críticos – por eles alcunhados equivocadamente de “céticos” ou, de forma pejorativa, “negacionistas” – não têm trabalhos publicados. Assim, não é difícil compor um “consenso científico”: eliminam-se as pesquisas contrárias e as oportunidades dos seus autores.

Vale ressaltar que Carlos Nobre tem prerrogativas interessantes: nunca participa de programas ao vivo, como o Roda Viva da TV Cultura, tornando o programa uma “roda morta”; nos debates em que teve que encarar o Dr. Luiz Carlos Molion, em diversas vezes, pediu para ser o primeiro a explanar a sua apresentação e se retirou a seguir, com pretextos diversos, demonstrando desrespeito e despreparo para debates; só responde a perguntas selecionadas, nunca abertas à plateia diretamente. Outra vez, mais uma facilidade para se fazer “consenso científico”: cala-se a oposição.

Com a figura de Carlos Nobre na CAPES, teremos uma espécie de chancela final da politização da Ciência brasileira, no pior sentido desta expressão. No seu caso, que assume em seu currículo as posições de assessor climático do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, colaborador voluntário da ONG ambientalista WWF, como denuncia a jornalista canadense Donna Laframboise, e ativista da “sustentabilidade” (malthusianismo travestido de compromisso socioambiental), só poderemos esperar pelo pior.

De certo, a reclamação do ministro Aldo Rebelo se faz coerente. Cortaram-se as verbas para as pesquisas científicas, mas se transferiram estas mesmas verbas para a Educação. Vale ressaltar que tais verbas eram oriundas dos royalties do petróleo, que assim como fez o Nobre, pularam do Ministério da Ciência e Tecnologia para o Ministério da Educação. Restou-nos a dúvida legítima de que educação será esta.

Para encerrar, vale a pena repetir algo que está em pauta atualmente, quando sabemos que a educação é uma forma de transformação construtiva do ser humano e que, se usada erroneamente, poderá servir a propósitos muito obscuros, como a disseminação de falso conhecimento ou conhecimento politizado, que deverá ser o caso. É preciso bater nessa tecla, pois toda uma geração de estudantes está sendo submetida a uma autêntica lavagem cerebral no tocante aos assuntos climáticos, com o elevado risco de se formar uma massa de alienados desprovidos de senso crítico e incapaz de perceber a falsidade dos dogmas estabelecidos pelo falso “consenso científico” – como ocorreu na década de 1980, com a falácia do “buraco” na camada de ozônio, outro fenômeno natural falsamente atribuído à ação da indústria humana. Enquanto o Brasil reforça esta lavagem cerebral com projetos de lei para “educação ambiental” nas escolas, ocupando o tempo precioso de disciplinas muito mais importantes como Matemática, Física, Química, Biologia, Português, Geografia e História, o governo britânico a proíbe e extingue nas escolas, com a justificativa precisamente idêntica a que demos neste artigo: “Nós vemos muita política neste assunto” (Tim Oates, The Guardian 12/06/2011).

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comentários
  1. André disse:

    Artigo que vem em boa hora para que o internauta saiba quem é Carlos Nobre que já começa a ganhar espaço em jornalões como a Folha, a qual recentemente cedeu a ele meia página p/ falar da baboseira aquecimentista de sempre, como os tais 2ºC chamados apropriadamente de “número mágico” no livro “A Fraude do Aquecimento Global” já que não existe uma equação que indique exatamente esse valor, e não (por exemplo) 1,4 ou 3,7 graus como o tal limite “perigoso” para o aquecimento.

  2. JFB disse:

    Hoje temos duas ciências: a ciência real e a ciência politicamente correta.
    Lamentável o nível de corrupção moral à que chegamos nas academias.
    A narrativa catastrófica do aquecimento global visa a apropriação de todos os recursos naturais do planeta por uma elite, com sua exploração regulada por burocratas não eleitos. As temperaturas, são mero um gancho.
    É a maior obra de engenharia social já levada à cabo contra a própria humanidade.

    “A belief is not merely an idea the mind possesses; it is an idea that possesses the mind”

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