#Resposta: Ricardo Felício sobre os ataques de Antônio Donato Nobre em entrevista ao GGN

Publicado: novembro 28, 2014 em Arquivo BFC!
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Antônio Donato Nobre Foto: senado.gov

O pesquisador Dr. Antônio Donato Nobre do INPA, em entrevista ao Jornal GGN fez críticas aos céticos do aquecimento global usando de uma velha conhecida falácia lógica. Usando do “Argumentum ad hominem”, o tal “cientista” tenta desclassificar o Prof. Dr. Ricardo Felício para dessa forma fazer valer seus argumentos estapafúrdios. Não contente Antônio Nobre, acusa o Prof. Ricardo Felício de ter “interesses escusos” alegando que o mesmo teria ligação com “empresas que tem interesse no desmatamento” e”industrias poluentes”. É a velha cortina de fumaça para desvirtuar a discussão científica. Que feio hein. Palavras do pesquisador do INPA:

“Eu tenho evidências, mostro a imagem de satélite, vários dados e estudos, vem um sujeito e diz “eu não acredito em nada disto” e a imprensa dá uma quilometragem imensa para ele. Um grande exemplo é o [programa do] Jô Soares: recebe o cara que nunca publicou um só trabalho para comentar o assunto e quem é sério, quem trabalha e pesquisa [o tema] a vida inteira, não consegue espaço. E depois temos que ficar explicando por três meses para a imprensa as mesmas coisas, na tentativa de desdizer o que o fulano disse no programa. Você vai à internet, pesquisa o cara e vê que ele tem ligações com pessoas e empresas que têm interesse no desmatamento, é ligado às indústrias poluentes que estão presentes no Brasil. Assim fica muito difícil.”

Veja aqui a entrevista completa.

Como o blog Fakeclimate preza pela transparência científica e não trás informações vazias ( atitude típica do IPCC ) e não serve a interesses que não sejam de cunho científico. Devemos a réplica ao Prof. Dr. Ricardo Felício:

Não tenho publicação uma ova! Se não fosse o tempo perdido nos últimos 5 anos com a burocracia que a instituição que trabalho me encerra para defender a minha posição científica, faria muita coisa mais proveitosa do meu tempo. Gostaria que o tal “sujeitinho” do INPA provasse os meus interesses obscuros. Eu não digo para a sociedade brasileira que ela tem que pagar uma conta mais alta de energia, água etc, fazer mais sacrifícios do que faz e manter-se na miséria por causa da crendice do AGA. Aliás, os defensores do AGA adoram mesmo é esta negociata de Créditos de Carbono. Livre pensar na Academia? De jeito nenhum! Se eu estivesse tão errado, porque fazem de tudo para cortar meu salário, para me difamar e não me dar financiamento para nada?! É muito fácil fazer pesquisa e estudar com dinheiro público, sustentando uma falácia. Difícil é o meu caso, que tenho que fazer tudo isto, usando salário próprio! Aliás, as estatísticas mágicas do número de céticos ao número de crentes cientistas continuam saindo da Terra da Fantasia. Quem duvida, basta ver o que os próprios Ex-IPCCs afirmam sobre tudo isto. É a velha história, quando serve para a causa, ficam, quando não serve, são loucos, pouco qualificados etc. E assim vamos, seguindo com a pseudociência da igreja do santíssimo aquecimento global.

Ainda por cima, diz que precisaram de meses e meses para desdizerem o que o “cara” no Jô Soares falou. Se tudo que eles pregam fosse verdade, conseguiriam desmentir em poucas palavras, ou seja, além de tudo, são incompetentes, mas temos que ser complacentes, afinal, o AGA é um emaranhado que nem eles mais sabem o que é causa/consequência.

Sobre céticos e dissidentes do IPCC. (Inglês)

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comentários
  1. Rodrigo disse:

    Sou teu fã, Prof Ricardo!

  2. Elaine Santos disse:

    No fundo o que os “aquecimentistas” desejam é mesmo uma catástrofe para se pendurarem nela, justificando suas teorias, pelo terror…
    Como disse o Prof. Felício, é fácil ter a vida patrocinada para defender o que está pré estabelecido, na moda, conveniente, lucrativo – o difícil é trabalhar com a VERDADE, com poucos amigos.
    Mas vendo pelo lado positivo, se o trabalho do Prof. Felício está incomodando é um ótimo sinal.
    Toda esta trama em breve será desmascarada, porque a VERDADE virá à tona… cedo ou tarde sempre é isso o que acontece, e os justos terão a serenidade de ter defendido o que é certo, sem vergonha da Sociedade.

    • Rodrigo disse:

      Pois é, Eliane… E não é que a humanidade adora se agarrar a esses terrores? Tanto quem vende quanto quem compra. É realmente uma escolha, aceitar qualquer coisa que nos coloque de volta no centro do universo. O ser humano ainda não conseguiu conceber que o cosmo tem seu próprio mecanismo e que a nossa influência é irrelevante. A história prova que inúmeras lendas já caíram por terra, porém, por causa desse vício humano, logo são substituídas por outras, mais refrescantes. Daqui a pouco, quando um asteróide estiver em rota de colisão com a Terra (algo naturalíssimo), irão inventar que é por causa do lixo espacial que está causando alterações gravitacionais no sistema solar, ou que o homem destruiu o escudo magnético que protege o planeta das ameaças externas. Uma viagem parecida com a de hoje. Vc já viu uma versão do curso do sol antiga, que achava-se que quando ele se punha, no oeste, uma barca o levava de volta ao leste, de onde ele nascia no dia seguinte? Entendeu? O negócio é ter um elemento humano no meio, para nos dar um pouco de significado.

    • Rodrigo disse:

      A pequenez não agrada ao egocêntrico.

  3. Elaine Santos disse:

    Rodrigo, sua referência traz uma reflexão importante. Só muda o tempo e cenário, mas a falsa impressão de que o Homem é o centro do Universo só é atualizada.
    Isso explica porque a teoria do Aquecimento Global antrópica prevalece. Salve o Planeta!, coitado, vulnerável, sofrendo em nossas mãos…. este mesmo que já se recuperou de anteriores mega catástrofes naturais.
    É difícil o Homem admitir que é frágil perante a Natureza, então o trabalho como o do Prof. Felício vai além da Ciência…encontra uma barreira cultural primordial.
    Não vamos desistir de acreditar que uma interessante parcela da Sociedade irá se transformar, Isso já está acontecendo!

  4. bdiniz disse:

    Prezado Prof. Ricardo Felício,

    Como é possível contribuir com o seu trabalho e de sua equipe?

  5. Elaine Santos disse:

    Estou com o Diniz. Além de divulgar o que mais podemos fazer para colaborar?

  6. Elaine Santos disse:

    Podemos por este meio, criar nossa rede de apoio financeiro destinada à continuidade da pesquisa ao Prof. Felicio, um suporte.

  7. Leitor de Portugal disse:

    Cada vez mais se evidencia o desespero por parte dos crentes na hipótese do AGA.
    (Nota : fiquei curioso sobre a “imagem de satélite” que o Dr. Antônio Nobre menciona…)

  8. Thiago disse:

    Abraços Prof. Ricardo… sou produtor rural no Mato Grosso do Sul (sul do estado, região mais fértil, 80% de toda produção de soja e milho do estado +ou-) e minha propriedade foi invadida pela segunda vez por indígenas e a mais de um ano não posso por os pés no que é meu (compramos as terras do Governo Federal…, o fato curioso é que na primeira invasão em 2003, o único meio jornalístico que podia entrar para fazer a cobertura dos acontecimentos na área de conflito era a BBC de LONDRES!), enfim… assim como você, sei o que é estar sozinho nesse mar de hipocrisia que vivemos hoje. Aqui no campo somos alvos de perseguição da opinião pública das grandes cidades, ongs indigenistas, ongs ambientalistas, Funai, setores do governo, funcionarios do governo, midia oportunista, ongs estrangeiras (empresas nacionais e internacionais), Cimi, Isa e caterva… É muito fácil sair do indigenismo e entrar no ambientalismo, são farinha do mesmo saco. Tudo se resume a isso:
    IT IS JUST A GOOD BUSINESS!!!

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