Rede ultra precisa de estações confirma: clima esfriou

Publicado: agosto 7, 2014 em Arquivo BFC!
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O mais afiado e atualizado cálculo da temperatura agora publicado pela National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, confirmou que os EUA estão esfriando há pelo menos uma década. O estudo da NOAA deixou os alarmistas com o coração na mão, noticiou“Forbes”.

Visando responder ao generalizado sentimento de que a manipulação aquecimentista tinha corrompido os dados relativos à temperatura, a NOAA criou uma rede de 114 estações uniformemente espalhadas em locais ideais dos EUA para o estudo.Essa rede ficou conhecida como a U.S. Climate Reference Network (USCRN) e está instalada em locais tão bem escolhidos que seus dados não necessitam de qualquer ajuste para fornecer um registro preciso.

A USCRN começou a compilar dados em janeiro de 2005. Agora a NOAA disponibilizou os registros da USCRN.

E os resultados confirmaram o que os “excomungados” e maltratados “céticos” vinham dizendo: a temperatura não cresceu nada, pelo menos desde que a USCRN se tornou operacional há uma década.

Pelo contrário, o clima dos EUA arrefeceu por volta de 0,4ºC no período.

Esses dez anos de esfriamento recente vieram desmontar mitos apocalípticos.

O primeiro é simples: o aquecimento global não é a coisa dramática de que falam os aquecimentistas.

Por exemplo, o proeminente alarmista James Hansen clamava em 2010: “O aquecimento global em escalas de décadas continuou sem cessar”.

Segundo: os dados da USCRN são inteiramente coerentes com a estagnação do aquecimento verificada por outras vias nos últimos 17 anos.

Terceiro: a USCRN desmente as teorias de que o aumento do aquecimento provocou incêndios florestais, secas, furacões e outros eventos climáticos extremos aduzidos como “provas” pelo ambientalismo radical.

Por último e o mais importante: a rede USCRN fornece um instrumento confiável para calcular a temperatura nos anos vindouros. Os alarmistas de plantão não poderão ignorar esta rede para justificar seus “modelos” catastrofistas.

Por sua vez, segundo Meteo France, a Antártida continua a ofender o realejo do aquecimento global: o mês de junho (verão) foi o mais frio jamais registrado nesse continente, na base francesa Dumont d’Urville.

A temperatura média foi de –22,41C (-8,3F), quer dizer 6,6ºC (11,9F) menos do normal. Só setembro de 1953 foi mais frio, com uma média de –23,5ºC (-10,3F). Junho de 2014 também bateu o recorde de frio para um dia do mês: –34,9ºC (-30,8F).

E o estado de Brisbane, na Austrália, atingiu as temperaturas mais frias desde o 28 de julho de 1911, com 2,6ºC às 6.41AM.

O meteorologista Matt Bass explicou que o recorde de frio foi excepcional para a cidade, cuja média nesse mês é de 12ºC, noticiou “The Australian”.

Fonte: Verde a nova cor do comunismo

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comentários
  1. Este estudo vem mesmo a propósito, já que o IPMA ( Instituto Português do Mar e da Atmosfera já não sabe mais como explicar o verão fresquinho e chuvoso deste ano em Portugal, e tem fornecido algumas explicações estapafúrdias, dizendo choveu muito em julho, mas a temperatura só desceu 0,6 º, em relação à média, ou dizendo que desde que há registos ( 1931), é o 8º mais fresco, mas também diz que neste século já houve 2 anos mais frescos, contrariando tudo o que vêm dizendo há vários anos. Com este estudo, é inconcebível, indescritível e todos os adjectivos inimagináveis, para compreender como jornalistas, cientistas, governos, se deixam levar por estas ideias dominantes, sem esboçarem o questionamento devido, quando o assunto é ciência e se trata do envolvimento de rios de dinheiro, a nível Mundial.
    A União Europeia vai enviar para Portugal, 4000 milhões de €, para estudar as alterações climáticas, o que me deixa boquiaberto, quando se envia tanto dinheiro para tanta gente fazer ciência da treta. Mas não é de admirar, com tanto dinheiro envolvido, o que dirão os chefes dessas mossões e seus auxiliares? A resposta é óbvia.
    Pessoalmente, vou fazer tudo para fazer chegar aos médias, às organizações ambientais e que mais ,aos ministérios governamentais, e ás pessoas em geral, este estudo, e tentar promover algum debate televisivo em Portugal, ainda que se afigure muito difícil.
    Lino Rodrigues

    • Geraldo M. Santos disse:

      Lino tens visto este arranca-rabos nos comentários? http://astropt.org/blog/2014/08/28/cosmos-decimo-segundo-episodio/

      justamente sobre o tal aquecimento global.

      • ubik dood disse:

        Ah, sim, o “Cosmos – Odisseia no Espaço”, esse grande exercício de propaganda alarmista, em que se mostram as emissões de CO2 como um gás roxo venenoso e os gráficos têm a escala dos YY convenientemente alterada. É o que dá quando se colocam astónomos ou astrofísicos a falar de assuntos que não dominam. É o DeGrasse Tyson, é o Phil Plait, e deve haver outros. Na minha opinião, a climatologia deve ser entregue a quem realmente percebe disso – os climatologistas, e não certos habilidosos mediáticos que só sabem fazer programas aproveitando a “espectacularidade” da ciência.

        No tempo do Carl Sagan, dedicou-se o último episódio da série “Cosmos” a falar sobre as armas nucleares e o perigo iminente de um conflito nuclear global (Holocausto Global ?). Decorridas algumas décadas, a guerra fria já não existe (er…), já não se pensa nas armas nucleares e arranja-se um novo tema de paranóia – o “Aquecimento Global”. Pega-se no antigo movimento “Peace” e junta-se ao movimento “Green” e nasce o “Greenpeace”. Aproveitam-se os sistemas informáticos de simulação global de catástrofe, põe-se uns pózinhos aqui e ali e voilá – temos um novo tema para infernizar toda a gente.

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