Enfim a mídia alarmista é dona do carbono.

Publicado: fevereiro 21, 2014 em Arquivo BFC!
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Fonte: Bussinesweek

A Thomsom Reuters é a maior agência de notícias hoje no mundo, surgiu com a fusão da canadense Thomsom corporation com a britânica Reuters pela bagatela de 8,7 bilhões de libras. Hoje ela controla grande parte da mídia ocidental e pratica o chamado “alarmismo climático” com predições de “fim do mundo” baseadas na hipótese do aquecimento global antropogênico.

A mesma empresa que lucra vendendo material jornalístico de origem científica duvidosa, também estará lucrando com os chamados créditos de carbono, a empresa multinacional obteve 400 milhões de dólares em “papéis” da bolsa européia.

Agora vamos ligar o patinho a lagoa. 

A empresa cria o problema, afirmando que há um aquecimento global. E omite que ele carece de provas e de que há uma enorme discussão cientifica sobre a validade da teoria. 

O medo se instaura e metas de carbono são criadas. Quem compra créditos de carbono?

A própria empresa que afirmou que o aquecimento global é uma ameaça a vida humana.  (Experimente escrever “Reuters” e “aquecimento global” no google.)

Parabéns, acabamos de descobrir mais uma maneira que o homem criou para ficar rico mentindo.  

Fonte: Jornal do Algarve

EU ETS terá 400 milhões de créditos de carbono retidos em 2014

07/02/2014   –   Autor: Fabiano Ávila   –   Fonte: Instituto CarbonoBrasil

Parlamento Europeu aprova medida para lidar com o excesso de créditos no mercado; também foram aceitas novas metas para emissões, energias renováveis e eficiência energética

Por 306 votos a favor, 276 contrários e 14 abstenções, o Parlamento Europeu aprovou a retenção (backloading) de permissões de emissão (EUAs) – como são chamados os créditos de carbono no Esquema Europeu de Comércio de Emissões (EU ETS) -, ação considerada por analistas como essencial para elevar o preço do carbono e manter a eficácia do mercado para promover métodos mais eficientes e limpos de produção industrial e de geração de energia.

Com a aprovação, 400 milhões de créditos serão retidos ainda em 2014, seguidos por mais 300 milhões em 2015 e 200 milhões em 2016. Todas essas permissões serão devolvidas ao mercado até 2020.“É o fim de dois anos de incertezas para os participantes do mercado. Entretanto, esse resultado já era esperado e o mais provável é que já tenha refletido nos preços do carbono. Assim, o valor para 2014 deve ficar na faixa dos €6,5/t a €7/t”, explicou Marcus Ferdinand, responsável pela análise do EU ETS para a Thomson Reuters Point Carbon.Realmente, nas últimas semanas as EUAs subiram de forma contínua, chegando ao maior valor dos últimos doze meses, €5,82/t.A retenção precisa agora ser aprovada pelo Conselho Europeu, o que deve acontecer no próximo dia 24. “Este último passo é apenas uma questão burocrática”, afirmou Hæge Fjellheim, também da Thomson Reuters Point Carbon.

Há dois anos a União Europeia vinha discutindo o que fazer para acabar com a crise do EU ETS. O mercado de carbono europeu, o maior do planeta, sofre com a queda dos preços dos créditos resultante de falhas regulatórias e da recessão econômica, que derrubou a produção industrial e, por consequência, a demanda por permissões de emissão.

Para se ter ideia, em novembro de 2010 as EUAs eram negociadas a mais de €15, enquanto no começo deste ano chegaram a ser vendidas por apenas € 4,64/t.

O EU ETS funciona colocando um limite para emissões de gases do efeito estufa para diversos setores industriais, incluindo siderurgia, cimento e energia. Quem ultrapassa esse limite precisa comprar créditos. Porém, se o preço do carbono for muito baixo, como nos últimos meses, sai mais barato para as empresas poluir e comprar créditos do que investir em melhorias no seu sistema de produção.

Também foi aprovada pelo Parlamento uma medida para que o backloading se torne um mecanismo permanente no EU ETS, podendo ser utilizado toda a vez que houver um desequilíbrio entre oferta e demanda de créditos.

No entanto, essa decisão ainda enfrenta muitos obstáculos, principalmente a oposição de grupos industriais, que enxergam nela uma intervenção política demasiada no EU ETS. Eles temem que o carbono seja continuamente mantido com preços altos artificialmente, impactando nos custos e afetando a competitividade europeia.

Novas metas

Nesta semana, o Parlamento Europeu aceitou ainda, com 341 votos a favor, 263 contra e 26 abstenções, novos objetivos climáticos para 2030.

Ficou definido que as emissões de gases do efeito estufa devem ser cortadas em 40% com relação ao nível de 1990, a participação de fontes renováveis na matriz europeia deve ser de no mínimo 30% e a eficiência energética deve melhorar em 30%.

Todas essas metas ainda devem ser analisadas pelo Conselho Europeu em março, mas, ao contrário do backloading, não é tão certo que elas serão adotadas.

Muitos países-membros da União Europeia já estão com os preços da energia elevados, como a Alemanha e a Polônia, e por isso existe resistência contra o que foi decidido no Parlamento.

“Dobrar a meta de redução de emissões não é algo realista. Estaremos colocando em risco a competitividade da indústria europeia”, criticou Konrad Szymański, parlamentar polonês.

Para Connie Hedegaard, Comissária Climática da UE, os novos objetivos são viáveis e demonstrariam a ambição do bloco para liderar o mundo em direção à economia de baixo carbono.

“Só espero que os governos europeus entendam isso”, afirmou a comissária em seu Twitter.

Por sua vez, entidades ambientalistas acreditam que as metas são muito fracas, e que a UE vai conseguir atingi-las sem fazer nenhum tipo de esforço real.

Em uma carta enviada para a chanceler alemã Ângela Merkel, 23 ONGs e instituições pediram que a redução nas emissões seja de 55%.“Os 40% se transformarão em um limite artificial, desestimulando os investimentos em energias limpas e ameaçando a criação de 100 mil postos de trabalho. Para se alinhar aos alertas da ciência, a UE deveria adotar 55% como meta, e assim fazer sua parte para manter o aquecimento global abaixo dos 2oC”, afirma o documento.

 

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comentários
  1. Jóta disse:

    Isto sem falar na promíscua convivência entre cientistas e companhias de re-seguros, especialmente na Alemanha, conforme post do Pierre Gosselin no NoTrickZone. Os cientistas espalham o alarme e as companhias sobem seus prêmios. Eita, mais uma forma de ganhar dinheiro fácil mentindo e alarmando a população. Agora a bola da vez é a elevação do nivel dos mares e, claro, o seguro de quem vive à beira-mar deve sofrer os reflexos, hehehe…

    http://notrickszone.com/2014/02/20/prestigious-helmholtz-research-association-gutter-dives-promotes-attacks-on-skeptics-labelling-them-deniers/

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