Para os crentes do aquecimento global, 2013 foi um inferno

Publicado: fevereiro 18, 2014 em Arquivo BFC!
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Fonte: Skeptics

Quase tudo o que podia dar errado em 2013 deu errado para a causa do aquecimento global

2013 foi um ano triste para os defensores do aquecimento global. O gelo sobre o mar em torno da Antártida estabeleceu um recorde, de acordo com a NASA, e se estendeu por uma área maior do que em qualquer momento desde 1979, quando as medições por satélite começaram. No Ártico, a notícia também é triste. Há cinco anos, Al Gore previu que até 2013 “toda a calota de gelo polar do Norte desaparecerá”. Não aconteceu. Em vez disso, um Gore amuado viu o gelo no Ártico aumentar em 50% ao longo de 2012. Neste ano, o gelo do Ártico também superou o de 2008, ano de sua previsão. E o de 2009, 2010 e 2011. E em 2013, continua aumentando…

O tempo entre os polos também conspirou para fazer os crentes do aquecimento global passarem mal. Em dezembro, estações meteorológicas dos EUA informaram mais de 2000 recordes de frio e dias de neve. Quase 60% dos os EUA está coberto pela neve, o dobro do que ocorreu no ano passado. Os céus, mesmo abrindo na Terra Santa, onde os cidadãos impressionados viram mais de 40 centímetros de neve cair em Jerusalém, tiveram quase um metro de neve nos seus arredores. A neve cobriu o Cairo pela primeira vez em mais de 100 anos.

2013 marca o 17º ano sem aquecimento no planeta. Foi marcado pela primeira vez que James Hansen, o guru de Al Gore e aquele cujas previsões detonaram o alarmismo do aquecimento global, admitiu que o aquecimento parou. Foi marcado ainda pela primeira vez que grandes defensores da mídia da ortodoxia – The Economist, Reuters e London Telegraph – admitiram que a ciência não está resolvida em relação ao aquecimento global, com The Economist até zombando dos modelos dos cientistas, colocando-os numa “visão negativa”. Previsões científicas de resfriamento global foram publicadas e divulgadas por ninguém menos do que a BBC, a emissora anteriormente inigualável na mídia apocalíptica antropogênica – o que até recentemente era evitado, principalmente pela imprensa acadêmica, por medo de serem rotulados de malucos.

2013 foi igualmente desolador para os negócios bancados pelo aquecimento global. As demissões e falências continuaram a aumentar nas empresas europeias e norte-americanas produtoras de painéis solares e turbinas eólicas, que fizeram pedidos de subsídios para combater o que eles rotularam de concorrência desleal das empresas chinesas. A partir de 2013, porém, as suas desculpas foram se esgotando. A Suntech, da China, a maior fabricante de painéis solares do mundo, já entrou com pedido de falência, assim como a LDK Solar, outra grande empresa. A Sinovel, segunda maior fabricante de turbinas eólicas do mundo e maior da China, informou que perdeu US$ 100 milhões após suas receitas cairem 60%, e agora está fechando fábricas no Canadá, nos EUA, e na Europa.

Embora essas tecnologias de “baixo carbono” estejam se enterrando, os combustíveis ricos em carbono continuam entusiasmando. No mês passado, a Alemanha mandou brasa em uma nova usina a carvão, a primeira de 10 modernas plantas – grandes emissoras de CO2 – que a maior economia da Europa está bancando para alimentar a sua economia no século 21. Em todo o mundo, 1.200 novas usinas movidas a carvão estão em obras. De acordo com uma Agência Internacional, o uso do carvão no mundo vai crescer, especialmente nos países em desenvolvimento, ajudando a tirar os pobres da pobreza ao modernizar suas economias.

Tão importante quanto o carvão, os queridinhos dos combustíveis fósseis são, indiscutivelmente, o gás de folhelho (shale gas) e o xisto betuminoso. Esta semana, o Reino Unido passou por cima dos opositores e anunciou que vai fazer de tudo para aproveitar esses combustíveis da próxima geração. Em metade do Reino Unido será permitido perfurar para realizar o que o xisto betuminoso e o gás de folhelho estão fazendo nos EUA – diminuindo drasticamente os custos da energia e eliminando a dependência do país em combustíveis estrangeiros. A China, também, decidiu aproveitar a revolução do gás não convencional – em um acordo com os EUA, anunciaram esta semana que vão explorar o que alguns estimam ser a maior reserva de gás de folhelho do mundo, o que equivale, em conteúdo de energia, a cerca de metade do petróleo na Arábia Saudita.

2013 também marca a virada para os governos do mundo. Em 1º de janeiro de 2013, primeiro dia da segunda fase do Protocolo de Quioto, este foi abandonado pelo Canadá e pela Rússia, duas potências dos combustíveis fósseis. Com essa saída, Quioto tornou-se um clubinho de não emissores – o Protocolo de Quioto abrange apenas 15% das emissões globais. Em negociações patrocinadas pela ONU sobre o aquecimento global em Varsóvia no mês passado, os países ocidentais da Europa, América do Norte e Austrália se recusaram a discutir uma proposta dos países em desenvolvimento que limitaria suas emissões no futuro.

2013 também viu a Austrália eleger um governo cético em uma eleição que foi saudada como um referendo sobre as mudanças climáticas. Após a vitória, o governo prontamente começou a se desfazer dos impostos sobre o carbono do país, juntamente com o seu ministério das mudanças climáticas, agora no monte de lixo da história. Outros países estão tomando nota da atitude do público sobre o alarmismo em relação às mudanças climáticas – em quase nenhum lugar o público acredita nos cenários assustadores pintados pelos defensores das mudanças climáticas.

2013 foi o melhor dos anos para os céticos, ou o pior dos anos para os entusiastas das mudanças climáticas, para os quais qualquer mudança – ou a ausência de mudanças – no tempo servira como prova irrefutável das mudanças climáticas. Os entusiastas caíram em descrença, todos ridicularizam o fracasso dos modelos climáticos diante das previsões não ocorridas como anunciadas. Que os governos e o público iriam abandonar o dever de deter as mudanças climáticas, podia até estar em suas mentes, mas era impensável que o inferno congelar-se-ia de novo. Da forma como as coisas estão indo para eles, isso pode acontecer já em 2014.

post acima é uma tradução livre do artigo recente de Lawrence Solomon, diretor executivo da Energy Probe, um grupo ambientalista com sede em Toronto.

Fonte: A grande farsa do aquecimento global

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comentários
  1. O desespero dos defensores do Aquecimento global é tão dramático, que agora lançaram a teoria de que os invernos podem ficar mais severos na Europa, provocado pelas alterações na circulação atmosférica sobre o Atlântico, causado pelo degelo do ártico , o qual afecta o jet stream.
    Que mais teorias pseudocientíficas irão imaginar, com o propósito de defender o seu loby e apoio dos governos nos subsídios para estudar o sexo dos anjos?
    Está na hora da imprensa mundial, cumprir o código deontológico da midia, e desmascarar estes crentes, que mais não parecem que religiosos ferverosos.
    A bem da ciência verdadeira e questionadora,
    Lino Rodrigues

    • Michelle disse:

      Como disse o Mauro ali em baixo, o problema não é necessariamente esquentar, mas sim DESREGULAR. Complementando-o, devo citar que este verão aqui no Brasil foi extremamente SECO. E geralmente (ao menos na região sudeste) qual estação chove mais? Verão!! (e fim da primavera) Em alguns locais, choveu no máximo 3 dias. 3 dias, de uns 90.

      Lino:
      A bem da ciência verdadeira e questionadora, como você disse: pergunte-se, qual o interesse de comprovarem que a Terra não está esquentando?
      Para certos empresários e o governo isto seria ótimo, pois a pressão sobre eles seria bem menor.
      Sendo assim, governantes de alguns países, principalmente os com mais “poder de combustível fóssil”, não precisariam se preocupar em limitar o uso deles, POLUINDO bem mais que o permitido agora. Esta falta de pressão permite que estes países produzam muito mais ao queimar combustíveis fósseis.
      Ou seja: o interesse ECONÔMICO aí é MUITO forte, e de pessoas muito mais poderosas que cientistas.

      Perceba que não estou defendendo o aquecimento global. Meu conhecimento na área é pouco para afirmar com veemência que isto ou aquilo é certo ou errado.
      Mas uma coisa é obvia, e pode ser notada por uma criança, até: a poluição é MUITO, mas MUITO MAIOR quando uma boa quantidade de combustíveis fósseis são queimados. Só por aí seria um bom motivo, pois a poluição causa diversas doenças. Mas além deste, há certas MUDANÇAS climáticas que são significativas.

      Estudo o clima da minha cidade (com dados do INMET) há 4 anos. É pouco tempo, reconheço, mas como disse, este verão foi muito mais seco que os últimos (sendo que dados desde 12/2010 posso comprovar). Na minha cidade, nos últimos 90 dias, choveram (de verdade) 6 dias (houveram mais 6 dias com chuva, mas que se somar, não dão nem 4mm/DIA, o que é muito pouco). E mais: aqui geralmente chove praticamente TODOS OS DIAS da segunda semana de dezembro até a metade de janeiro, acontecendo até alguns alagamentos.

      Agora me diga: você realmente acha que não tem nada de errado nisso?

      • Jóta disse:

        Michele,
        Não sei que idade vc tem, mas calculo ser uma pessoa jovem. Me intriga a ideia de algumas pessoas de que o clima deve ser como uma estufa. Deve ser perpetuamente estável, sem nenhuma anomalia. Me intriga mais ainda que as pessoas que militam na causa anti-efeito-estufa querem que a terra seja uma… estufa… Elogio vc por procurar estudar o tema. Se vc estudar bastante, vai se tornar uma cética pois começará a ver a discrepância entre os dados e as observações do mundo real, com o discurso catastrofista que hoje impera em toda a mídia. Por mais legítimo que seja a preocupação quanto à poluição ou superexploração dos recursos naturais, isto não deve servir de justificativa para corromper a ciência. Se vc olhar os indicadores climáticos globais não vai encontrar nada de anormal. Vc pode ter acesso a todo o tipo de informação diretamente das suas fontes aqui: http://wattsupwiththat.com/reference-pages/
        Acesse e constate por vc mesmo. Caso vc queira discutir algum item em particular, sou parceiro. Mas não existe nada lá que possa ser afirmado como “efeito antropogênico”. Está tudo normal, apesar de algumas anomalias lozalizadas que sempre aconteceram, acontecem e vão acontecer no futuro, com a diferença de que agora estas anomalias são reverberadas pela mídia liberal e enviesada. Se vc tiver curiosidade, tempo e boa vontade, pode dar uma conferida aqui e ver que o “deve haver algo estranho com o clima” é um fenômeno secular: http://stevengoddard.wordpress.com/below350-org/ e aqui: http://stevengoddard.wordpress.com/1871-climate-superstition/ e aqui: http://stevengoddard.wordpress.com/1970s-ice-age-scare/
        Um dos grandes problemas atuais é distinguir o que é informação verdadeira e o que é propaganda. Alguém já disse isto. Ainda mais quando nossos conhecimentos sobre as grandezas físicas do planeta são parcos e temos uma visão antrocentrica da natureza. Baseado nisso, fica muito fácil manipular a sociedade nestas questões, bastando travestir os interesses de fatos cientificos incontestáveis, como estão fazendo.
        Para terminar, abaixo estão partes do último relatório do IPCC. A primeira sobre eventos extremos:
        Capítulo 2:

        – “Current datasets indicate no significant observed trends in global tropical cyclone frequency over the past century … No robust trends in annual numbers of tropical storms, hurricanes and major hurricanes counts have been identified over the past 100 years in the North Atlantic basin.”

        – “In summary, there continues to be a lack of evidence and thus low confidence regarding the sign of trend in the magnitude and/or frequency of floods on a global scale.”

        – “In summary, there is low confidence in observed trends in small-scale severe weather phenomena such as hail and thunderstorms because of historical data inhomogeneities and inadequacies in monitoring systems.”

        – “Based on updated studies, AR4 [the IPCC 2007 report] conclusions regarding global increasing trends in drought since the 1970s were probably overstated.”

        – “In summary, confidence in large scale changes in the intensity of extreme extra-tropical cyclones since 1900 is low.”

        e, a catástrofe agora foi adiada e o GW não parece ser mais uma emergência global:

        http://bishophill.squarespace.com/display/ShowImage?imageUrl=/storage/ar5T12.4.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1380746813865

        Fonte: Tabela 12.4 do Capítulo 12. IPCC/AR5

        Leia tudo isto e depois podemos debater sobre “deve haver alguma coisa errada com o clima”…

  2. Mauro Marques disse:

    Mas os cientistas do aquecimento global não alegam que o planeta vai ficar mais quente derretendo os polos, a consequência do aquecimento segundo eles é o clima desregulado, mudanças nas correntes oceânicas que levam o planeta à um paradoxo climático. O que os cientistas descrentes do aquecimento alegam que aconteceria em 1000 anos está acontecendo muito mais rápido, em 100 ou 50 anos por causa dessa desregulamentação. São visíveis as mudanças, no Rio de Janeiro fez 40 graus nesse ano, normal, mas não por 3 semanas seguidas sem trégua, isso nunca aconteceu, em várias cidades do meu estado o Paraná houve recorde de temperatura alta e no norte recorde de temperatura baixa, ou seja, verão mais quente e inverno mais frio isso é bem perigoso pois o ser humano não tem resistência pra isso. É isso que os cientistas querem alertar e não que o planeta vai esquentar até torrar.

    • Caro Sr. Mauro Marques, os meus cumprimentos.
      Nós estamos falando em temperaturas médias, e até o UIPCC, já reconheceu que as temperaturas globais estão estáveis, ou ligeiramente mais baixas, há 17 anos,andaram a mentir todos estes anos.
      Os eventos que acontecem e sempre aconteceram, e em especial nas grandes cidades, seja por aquecimento ou resfriamento, não têm qualquer influência no clim a global. Aproveito para dizer que há uma grande confusão por razõeas óbvias, en tre clima e poluição.
      Lino Rodrigues

    • Jóta disse:

      “Mas os cientistas do aquecimento global não alegam que o planeta vai ficar mais quente derretendo os polos, a consequência do aquecimento segundo eles é o clima desregulado, mudanças nas correntes oceânicas que levam o planeta à um paradoxo climático.”

      Nã, nã, nã… eles dizem sim que o planeta vai esquentar, que os polos vão derreter que uma “impressão digital” do calor surgiria acima dos trópicos, e que o permafrost vai derreter e que as geleiras vão derreter e blá, blá, blá… Nada disso está acontecendo, além do normal. A tal “fingerprint” acima dos trópicos nunca foi encontrada apesar dos modelos afirmarem que já deveria estar lá. Os eventos extremos que estamos atualmente presenciando são muito mais consistentes com um planeta em resfriamento (como de fato está) do que com um planeta esquentando. 17 anos e 5 meses sem aquecimento e nos últimos 10, esfriando. É o que dizem os dados reais. Já os modelos disseram que deveria estar esquentando. Erraram longe. O número de eventos extremos pode aumentar sim, em razão do resfriamento do planeta (vide décadas de 1950, 1960 e 1970). Mas para esta gente oportunista, tudo é “aquecimento global”, inclusive os 5 últimos invernos rigorosos na Europa e EUA, o recorde de gelo na Antártica, e a recuperação do Ártico (que eles não querem ainda aceitar).

  3. Jose Fiorotto disse:

    Excelente matéria, Parabéns. Compartilhei este texto no FaceBook com o seguinte comentário:

    Os Ursos polares vão morrer de tanto gelo!!! O GreenPeace vai ter de arrumar outra estratégia para vender tragédia!! Bom, mas já tem ativista que foi até presa que vai posar nua, ai, outras estratégias já em pratica, rsss!!! “”Go Beyond Borders””

  4. CaRmo PoLezi disse:

    Mas não estamos nos aproximando do sol? E a mudança no eixo da terra ? E as manchas solares, línguas aterrorizantes de fogo se aproximando? Como pode o gelo ter aumentado? Bem que eu queria entender mas adianto que tb não compartilho da indústria do aquecimento global.Ah, sou leiga no assunto.

  5. Ronaldo disse:

    tudo tem seu tempo e nunca tinha visto um calor tão grande em curitiba .
    depois de um calor vem um frio de rachar eu acredito no aquecimento não porque
    eles falam e sim pela devastação das florestas e porque cada dia mais caminhoes e carros

  6. Jóta disse:

    A teoria (ou hipótese ?) do aquecimento global antropogênico catastrófico é o maior achado para os neo-malthusianos de sempre manipularem as massas, e eles não vão desistir tão cedo pois eles tem o apoio político e blindagem para mentir. Trata-se da maior construção social já levada a cabo contra a humanidade. Visa o controle do padrão de vida da sociedade, especialmente através do consumo da energia. Não a toa a Chief do IPCC anda a elogiar a China, pois para ela lá é mais fácil “lutar contra o aquecimento global”. Claramente aqui ela expressa a vontade dos seus superiores em ter uma sociedade eco-socialista onde a verdade é manipulada em função da manutenção de uma pequena elite (o 1%).
    Todos os indicadores climáticos estão nos seus normais. Nâo existe absolutamente nada de anormal com o clima, apesar dos argumentos apoiados em um ou outro evento como as recentes temperaturas altas no sul/sudeste do Brasil em janeiro deste ano. Se procurarmos nos dados históricos veremos que este fenômeno já se repetiu no passado. Agora, entretanto, está agravado pelas ilhas de calor urbano e, além disso, ganha grande importância da mídia – claramente alinhada com a ortodoxia do aquecimento global – sedenta por eventos “anormais”.
    Existe uma agenda: globalizar o mundo e baixar os padrões de conforto da sociedade. Esta agenda deve persistir apoiada nesta teoria infâme. Se não for nessa teoria, outra será criada e infelizmente a grande massa irá aceita-la pois aqueles que controlam a grande mídia estão alinhados com estas mentiras.
    Estamos há 17 anos e 5 meses de temperaturas planas, sem tendèncias. Desde 2002, no mínimo, as temperaturas estão baixando. 95% dos modelos erraram longe. James Hansen errou longe. Paul Enrich erro longe. a Antártica está com gelo recorde. O Ártico está se recuperando. Não existe conexão nenhuma entre CO2 e eventos extremos (como já admitido pelo próprio IPCC). Enfim, o que existe são apenas exercícios de modelos viciados, já comprovodamente falhos e parametrizados para servir aos interesses do 1% de sempre. Ah, sim, mesmo com todos os indicadores climáticos normais, ainda assim temos pessoas acreditando em toda esta farsa, por força do poder da grande mídia, que deveria agir para desmascarar todos os fraudadores e não promover a farsa.
    Para terminar, minha posição: o “aquecimento global” registrado no mundo desde 1880 (0,7C) deve-se primariamente a recuperação da Pequena Idade do Gelo, que durou cerca de 300 anos e terminou em meados/finais do século 19. Nada tem a ver com as emissões humanas, mas sim com a atividade solar e fenômenos oceanicos ainda não totalmente conhecidos (AO, NAO, PDO, etc).
    O resto é propaganda de políticos oportunistas, burocratas não eleitos, cientistas e ongueiros sangue-sugas da sociedade.

  7. Carlos disse:

    A única coisa que tenho a dizer é que: Quando não houver mais lugar para pavimentar, lugar para construir galpão e pra construir casa, aí o ser humano vai se dar conta de que algo está errado. Onde vai parar esse modelo de crescimento, onde eu tenho que produzir mais para cada vez mais pessoas? Quando os recursos naturais se esgotarem o ‘ Ser Racional ‘ vai comer dinheiro? Já sei, aí vão começar a comer uns aos outros. Quanta Burrice, o pior é ler besteira de gente que sabe o que está escrevendo.

    • Jóta disse:

      Uma coisa é clamar por mudanças no modelo de crescimento, é ter preocupações com o esgotamento dos recursos naturais, com a superpopulação, etc etc. A outra é defender uma teoria/hipótese que tem se revelado errada e falsa seja útil para mudar o modelo. A ciência não deve ser corrompida seja a que custo for. Temos que manter a racionalidade para tomar decisões mais acertadas. Infelizmente não é isto que está acontecendo. O ativismo tomou o espaço científico. Agora se fala em cientista-cidadão, cientista-ativista, ciência post-normal e outras besteiras para iludir a população. Não existe evidência científica aceitável de que o CO2 humano seja a causa de qualquer evento extremo ou mesmo responsável pelo pequeno aumento de 0,7C nas temperaturas globais nos últimos quase 150 anos. O que existe são simulações de modelos que já falharam (veja aqui: http://icecap.us/images/uploads/CMIP5-90-models-global-Tsfc-vs-obs-thru-2013_(1).png) e uma extensiva propaganda via mídia engajada, especialmente nas agências que distribuem as notícias (BBC, AFP, Reuters e outras). Pelo menos 2 destas tem ou tinham ativos e interesses financeiros no mercado de carbono. Precisa mais ?

  8. Essa é a evidência mais direta que a temperatura do planeta esta aumentando drasticamente. Muito preocupante.

  9. Henrique Duarte disse:

    Fim do mundo movido a idéias distorcidas e interesseiras ! Elogiar o desenvolvimento de usinas térmicas? Não sei mais de nada, to fora. Mas isso não me convence.

  10. […] Matéria no Fake Climate: https://fakeclimate.wordpress.com/2014/02/18/para-os-crentes-do-aquecimento-global-2013-foi-um-infern… […]

  11. Wagner disse:

    e 2014 então, vai ser ainda pior para os aquecimentistas, afinal o inverno foi o mais gelado dos últimos 20 anos nos Canadá e Estados Unidos, e não houve nenhum furacão significativo até agora, embora há anos é dito pelos alarmistas que essas tempestades se tornarão cada vez maiores e mais frequentes.

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