Revista “Veja” promove catástrofismo climático.

Publicado: abril 25, 2013 em Arquivo BFC!
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Veja e seu catástrofismo nada científico que entretanto alavanca suas vendas.

Veja e seu catástrofismo nada científico que entretanto alavanca suas vendas.

A revista “Veja” publicou em seu site, no dia 15/04/2013, matéria que dificilmente seria mais habilmente apresentada para ludibriar o leitor.O título bate no realejo do aquecimento climático planetário que vem sendo abandonado em países mais bem informados: “Degelo na Antártida aumentou 10 vezes em 600 anos”. O subtítulo acentua o alarme: “derretimento intensificou-se na segunda metade do século XX, diz estudo”.O artigo se apoia numa pesquisa publicada pela revista Nature Geoscience. Ela é de autoria dos cientistas Nerilie J. Abram, Robert Mulvaney, Eric W. Wolff, Jack Triest, Sepp Kipfstuhl, Luke D. Trusel, Françoise Vimeux, Louise Fleet e Carol Arrowsmith, patrocinados pela grande Universidade Nacional da Austrália.O leitor que passa rápido sobre matéria tem ali tudo para sair impressionado pelo aquecimentismo catastrofista: a Antártica toda estaria derretendo em proporções desusadas, notadamente desde a intensificação do desenvolvimento industrial no século XX.O estudo, entretanto, concentrou-se num local específico, a ilha James Ross, que fica fora do Círculo Polar Antártico, no norte da Península Antártica, e em partes da Antártica ocidental.
A contrapelo da NASA

Talvez se precavendo de críticas e para salvar a imagem de imparcialidade, a página da “Veja” acrescenta um link: Leia também: Nasa afirma que camada de gelo encolhe no Ártico, mas se expande na Antártida.

Em meio a imensas oscilações interanuais e locais,
o gelo da Antártica está crescendo 1% cada década.
A linha amarela indica a média da expansão invernal.
Podem se apreciar diminuições na Antártica Ocidental (à esquerda)
e expansões em muitos outros pontos.

Nesse link encontramos afirmado pela NASA exatamente o oposto do que diz o habilidoso artigo alarmista de “Veja”.A matéria da NASA afirma, em concordância com numerosos e vastos estudos sobre a Antártica, que “houve um aumento geral na camada de gelo marinho na Antártida, que é o contrário do que acontece no Ártico”, segundo Claire Parkinson, cientista do Centro Goddard da NASA. “Entre 1978 e 2010, a extensão da Antártida cresceu 17 mil quilômetros quadrados por ano”, acrescentou ela.No post “Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão” apresentamos mais dados sobre o crescimento da superfície gelada da Antártica. Esse aumento desde 1979 supera a superfície do Estado de Texas (676.586,95 km²), deixando bem atrás a superfície de Minas Gerais: 586.528 km².O título de “Veja” passa a ideia de que o oposto aconteceu nos últimos seis séculos. E, por meio de uma generalização improcedente, precipita o leitor na confusão e no erro.Generalizações indevidas – provocadas talvez pela vontade do jornalista de fazer bonito para os responsáveis da redação ou de manifestar seu militantismo ideológico ambientalista – são frequentes no catastrofismo climático. Em qualquer caso, o resultado se soma à ofensiva antiocidental, anticivilizatória e anti-humana.

Balanço mal feito

A apresentação de “Veja” omite um dado indispensável para que o leitor não saia enganado. O aumento local anual das temperaturas e a rapidez do consequente degelo devem ser comparados com o fenômeno correlato e também anual do congelamento no inverno das superfícies que vão derreter no verão seguinte.

Mas o artigo de “Veja” funciona como um balanço contábil que só tem uma coluna: a de que mais gosta o “contador”.

O estudo citado pela NASA não cai neste erro primata: “A Antártida – diz – é um continente rodeado de águas abertas, que permitem ao gelo marinho expandir-se durante o inverno, mas que também oferecem menor proteção durante a temporada de degelo. A maior parte do gelo da região cresce e retira-se a cada ano, resultando em uma pequena quantidade de gelo perene na área”.

Claire Parkinson, responsável pelo estudo citado pela NASA, adota a teoria da mudança climática, mas age com objetividade e esclarece que “o clima não muda de maneira uniforme. A Terra é muito grande e a expectativa, sem dúvida, seria que houvesse mudanças diferentes nas distintas regiões do mundo”.

Mas o artigo de “Veja” transfere os dados da ilha de Ross para a Antártica toda! E ainda sugere que o impacto pode ser planetário através do aumento (aliás, nunca verificado) do nível dos mares!

Estudo ponderado desfaz pânico

Entrementes, um outro estudo publicado na mesma revista Nature Geoscience explica a causa dos fenômenos detectados na Ilha de Ross, descartando o alarmismo preconcebido.

O esclarecedor estudo “Recent climate and ice-sheet changes in West Antarctica compared with the past 2,000 years”, foi elaborado por uma equipe muito mais numerosa liderada pelo pesquisador Eric J. Steig, do Quaternary Research Center and Department of Earth and Space Sciences, da Universidade de Washington, Seattle, EUA.

Congelamento da superfície marítima no inverno é cada vez maior.

 

Este trabalho concluiu que:

1) alterações na circulação atmosférica estão na base do derretimento referido na Península Antártica;

2) trata-se de alterações imprevisíveis de origem insuficientemente estudada até agora;

3) que alterações dessas vêm acontecendo há pelo menos 2.000 anos (e, portanto, não têm relação com o aquecimento global antropogênico); e por fim conclui:

4) que esta variabilidade representa uma fonte de incerteza permanente em tudo quanto se pode dizer sobre o derretimento do gelo na Antártica ocidental.

“Se pudéssemos olhar para essa região da Antártica nos anos 1940 e 1830, encontraríamos que o clima regional se assemelhava muito ao do dia de hoje, e acho que encontraríamos os glaciares se derretendo essencialmente como o fazem hoje” – comentou Eric Steig, líder desse trabalho ponderado e esclarecedor.

Em resumo, o derretimento no verão da Antártica é mais um sinal de que nada de anormal está acontecendo em matéria de derretimento!

“O análise apresentado mostra que o recente derretimento nessa área (Península Antártica), que causou recentemente uma boa dose de histeria nos círculos alarmistas, de fato é normal” [“Antarctic ice sheet melt ‘not that unusual’, latest ice core shows”]

“Tudo como d’antes no quartel de Abrantes”

Mais um estudo – “A synthesis of the Antarctic surface mass balance during the last 800 yr”  – elaborado pelos pesquisadores italianos M. Frezzotti, C. Scarchilli, S. Becagli, M. Proposito e S. Urbini, do ENEA (Agenzia Nazionale per le nuove tecnologie, l’energia e lo sviluppo sostenibile) de Roma; do Departmento de Química da Universidade de Florença e do INGV (Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia) de Roma, chegou por outras vias à mesma conclusão desmistificadora do alarmismo.

Segundo os cientistas italianos, as mudanças no derretimento das geleiras antárticas são costumeiras há pelo menos 800 anos.

Mais ainda, o tamanho das geleiras antárticas está aumentando, com o crescimento das geleiras no Leste do continente compensando e superando as perdas das geleiras no Oeste.

Dado importante sonegado no “balanço de coluna única” do artigo de “Veja”: a velocidade do congelamento no inverno está num máximo comparável com a velocidade de derretimento no verão.

Conclusão dos cientistas italianos: não há prova alguma de estarmos diante de algo diferente de um ciclo natural!!!

“Tudo como d’antes no quartel de Abrantes” na Antártica!

E também no método de tapeação do alarmismo aquecimentista.

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Não são apenas os cidadãos que estão achando que o clima não está mais quente, mas também os próprios cientistas que há pouco pregavam o aquecimento global – escreveu o jornal britânico “The Daily Mail”.

O jornal apresentou dados a seu ver irrefutáveis, segundo os quais as predições oficiais sobre o aquecimento global foram “distorcidas catastroficamente” com um custo impressionante para os contribuintes.

Os britânicos teriam gastado inutilmente bilhões de libras esterlinas em impostos e subsídios para cortar emissões de gases estufa sem nenhuma razão séria.

O gráfico publicado pelo jornal foi elaborado pelo Dr. Ed Hawkins, pesquisador do National Centre for Atmospheric Science (NCAS) do Reino Unido e inclui as predições computacionais da temperatura mundial brandidas pelo famigerado IPCCIntergovernmental Panel on Climate Change – da ONU.

O gráfico aponta com incontrovertíveis pormenores que a velocidade do aquecimento global foi “maciçamente superestimada”. Ele mostra que não houve aumento estatisticamente significativo na temperatura média mundial desde janeiro de 1997, diz o jornal.

Por sua vez, o IPCC pretende publicar um novo relatório no transcurso do presente ano. E deu a conhecer o primeiro rascunho desse relatório a climatologistas eminentes.

À vista dele, esses cientistas passaram a admitir que não se verificarão os temores suscitados pela peregrina teoria do “aquecimento global”.

 Entre as autoridades acadêmicas que reformaram seus pontos de vista figura Myles Allen, professor de Ciência de Geossistemas da Universidade de Oxford.

Ele até recentemente acreditava que o mundo ia para um catastrófico aumento da temperatura de mais de cinco graus Celsius num século.

Mas agora reconhece que “os temores vieram abaixo”, acrescentando que o aquecimento será significativamente inferior.

Prof. Myles Allen da Univ. de Oxford reconhece que alarmismo veio abaixo.

No fim do ano passado, o conceituado serviço de meteorologia inglês Met Office revisou suas predições aquecimentistas e anunciou que não aguarda mudanças até pelo menos 2017.

A perspectiva é que os próximos anos sejam mais frios do que o mais gélido cenário já imaginado. Confira: “Aquecimento global” parou há 16 anos, confessa ilustre órgão aquecimentista

O gráfico do Met Office ‘HadCRUT4’ foi feito com dados extraídos de mais de 30 mil postos de medição.

À vista dessa mudança do Met Office, Piers Forster, professor de Mudança Climática na Universidade de Leeds, declarou:

“O fato de as temperaturas globais na superfície da Terra não terem aumentado nos últimos 15 anos, combinado com o bom conhecimento das mudanças climáticas, tornam inverossímeis as estimativas exageradas”.

A professora Judith Curry, chefe do Departamento de Ciência Climática do prestigioso Georgia Institute of Technology, disse:

“Os modelos estão aquecidos demais. A tendência para a estabilidade das temperaturas globais na superfície do planeta será dominante por mais uma ou duas décadas”.

O proeminente ‘aquecimentista’ James Annan, do Frontier Research For Global Change, declarou também que as estimativas carregadas estão ficando “cada vez mais indefensáveis”.

James Annan: aquecimentismo ficou ‘cada vez mais indefensável’.

O proeminente ‘aquecimentista’ James Annan, do Frontier Research For Global Change, declarou também que as estimativas carregadas estão ficando “cada vez mais indefensáveis”.

Entre os chamados “céticos” a tendência obviamente é mais forte e tem um sabor de vitória.

O Dr. David Whitehouse, autor de um relatório publicado pela Global Warming Policy Foundation de Lord Lawson, declarou: “Estes dados mudam tudo. O aquecimento global não será mais um fator determinante em qualquer política energética”.

Para que absurdos dirigistas o extremismo ambientalista ter-nos-ia empurrado se a enganosa teoria do “aquecimento global antropogênico” tivesse sido imposta nos convênios internacionais concebidos para isso?

Fonte: Verde, a nova cor do comunismo.

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