salvar

Ações humanas alteram o planeta? Ou pior ainda, elas podem controlá-lo? Estas são as questões que os cientistas céticos do clima vêm levantando o tempo todo. O número destes cientistas críticos quanto à ação do Homem e sua influência no clima terrestre vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, frente ao que vêm se apresentando no cenário internacional pelo modo como se criou um “problema” climático inexistente (UNITED STATES SENATE, 2008). Paralelamente, diversas fraudes em métodos de pesquisa e alterações de dados foram descobertas com o advento do escândalo do “climategate”, em dezembro de 2009, onde mais de dez anos de e-mails entre os pseudocientistas “aquecimentistas” foram disponibilizados na internet. A repercussão contra o IPCC tem gerado discussões homéricas no mundo desenvolvido, onde a cada dia um novo escândalo é posto aos olhos das pessoas, incluindo degelo do Himalaia e fraudes de créditos de carbono. Entretanto, curiosamente essas informações não chegam ao Brasil e, quando isto acontece, não passam de poucas linhas em uma breve notícia, sempre finalizada com algum comentário de um “aquecimentista” para dar mais fé à causa. Em se tratando de fé, verifica-se que é justamente esta a corrente que vem se perpetuando, ou seja, passamos para dogmas e não para ciência pura. Não há evidências concretas nem fatos, mas uma coleção de opiniões, crenças etc. que apenas servem para justificar uma causa. A coleção de profissionais de outras áreas que se tornam “especialistas em clima” é gritante. Temos jornalistas, economistas, médicos, políticos formados nas mais diversas áreas, matemáticos e um que nos causa muita surpresa: engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico Aeronáutico – ITA. A busca pela interdisciplinaridade tornou-se uma desculpa para que especialistas de diversas áreas, muitas delas com pouca afinidade com a climatologia, sintam-se no direito de se infiltrar nesta ciência. Suas práticas não podem ser exercidas profissionalmente dado seu desconhecimento.

Todas essas discussões fazem parte do cotidiano de uma equipe de trabalho do Laboratório de Climatologia e Biogeografia – LCB, seção vinculada ao Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Além dos pesquisadores envolvidos diretamente com o laboratório, temos outros que pertencem à equipe Fake Climate, especialmente criada para concentrar os trabalhos, pesquisas e publicações dos cientistas climáticos, de fato, que se apresentam no Brasil, bem como os trabalhos mais importantes de diversos colaboradores internacionais (FAKE CLIMATE, 2010). Após sérias discussões sobre as pretensões dos “aquecimentistas” internacionais, como Al Gore e outros e seus sacripantas nacionais, foi possível dissipar a cortina de fumaça que estava ocultando as engendradas maquinações envolvidas no processo, bem como suas conseqüências para o Brasil. Este trabalho perdurou por cerca de dois anos.

O caminho das análises não foi simples, pois necessitou verificar muitas informações, bem como realizar diversas inferências e conexões de elementos obscuros e que, em princípio, pareciam desconexos. A conclusão da pesquisa e suas análises permitiram tamanha solidez que foi possível criar uma teoria que amoldasse didaticamente os elementos envolvidos. Essa teoria recebeu o nome de Teoria da Tríade. Fazendo alusão aos três elementos que sustentam o fogo: combustível, comburente e calor, também conhecido como triângulo da combustão, a Teoria da Tríade necessita de três elementos que legitimam o “desenvolvimento sustentável”, sendo eles: o “aquecimento global”, as “mudanças climáticas” e o “caos ambiental”. Da mesma maneira que surge o tetraedro do fogo, apoiado pelos seus três elementos descritos anteriormente, o “desenvolvimento sustentável” tornou-se o tetraedro do medo, alicerçado nos três elementos que são mentirosamente associados ao Homem, principalmente às suas atividades de desenvolvimento convencional e sobrevivência.

A Teoria da Tríade

A Teoria da Tríade baseia-se na idéia do triângulo da combustão, que necessita de três elementos presentes constantemente: combustível (material inflamável), comburente (gás oxigênio) e calor (energia para atingir o ponto de fulgor). Desta maneira, surge o tetraedro do fogo, que será sustentado por esses três elementos. Removendo-se um deles, extingue-se o fogo.

O triângulo da combustão (esq.) e o tetraedro do fogo (dir.). Removendo um de seus elementos, extingue-se o fogo (adaptado Felicio, 2009).

O triângulo da combustão (esq.) e o tetraedro do fogo (dir.). Removendo um de seus elementos, extingue-se o fogo (adaptado Felicio, 2009).

Na Tríade, os seus três elementos servem para justificar a imposição de um falso “desenvolvimento sustentável”, o qual só permanece no ápice devido a implementação de mitos e ideais, todos baseados nas atividades humanas daqueles que consomem e estão engajados no sistema capitalista de fato. Esses mitos são o “aquecimento global”, as “mudanças climáticas” e o “caos ambiental”, os quais causam medo nas pessoas.

Os elementos da Tríade que apoiam o falso ideal do “desenvolvimento sustentável”. Em alusão ao triângulo da combustão (esq.) e ao tetraedro do fogo (dir.). Diferentemente do fogo, seus elementos são intercambiáveis, onde um justifica a presença do outro, tornando-se um círculo infindável (Felicio, 2009).

Os elementos da Tríade que apoiam o falso ideal do “desenvolvimento sustentável”. Em alusão ao triângulo da combustão (esq.) e ao tetraedro do fogo (dir.). Diferentemente do fogo, seus elementos são intercambiáveis, onde um justifica a presença do outro, tornando-se um círculo infindável (Felicio, 2009).


A diferença do tetraedro do fogo para o tetraedro da Tríade é que os elementos desta última podem se intercambiar. Em outras palavras, eles podem ser causais, de maneira que um gere o outro. Neste raciocínio circular, percebe-se que a “extinção do fogo do desenvolvimento sustentável” nunca poderá ocorrer. Ele sempre estará garantindo sua alimentação, sua geratriz, mantendo sua existência permanentemente.

Alguns exemplos que percorrem as notícias e divulgações de pesquisas tendenciosas deixam muito clara essa legitimação por si só. Pode-se observar isto em diversas expressões como “os problemas ambientais gerados pelas atividades humanas tem causado mudanças climáticas globais”, ou “cientistas dizem que as mudanças climáticas são perceptíveis, pois os registros de temperatura demonstram que o aquecimento global já é um fato consumado”, ou ainda “segundo estudos, o aquecimento global antropogênico poderá gerar problemas ambientais irreversíveis, como desertificação e savanização da Amazônia”. Nota-se, em todas essas afirmações genéricas, que a idéia circular de causa e conseqüência ficou claramente estabelecida, mesmo que nenhum dos elementos tenha nada que ver com o outro (DUMBRA, 2009). Também é possível perceber que as relações escalares entre os processos estão completamente erradas e serão discutidas mais abaixo. Em suma, na Tríade percebemos a maior das falácias: problemas ambientais humanos não são problemas climáticos, mesmo porque este último não existe neste contexto (MOURA, 2009). O clima pode causar problemas para os Homens. Cabe a eles criarem resiliência às adversidades, utilizando a Ciência para o benefício da humanidade com planejamento urbano, entendimento da variabilidade climática, técnicas e épocas ideais ao cultivo etc. (LINO, 2010). A Sociedade no modo capitalista se relaciona com a Geografia e não com a Natureza. Vai utilizar do meio técnico-científico-informacional para realizar os seus propósitos de se reproduzir, seja em que esfera for, do machado de pedra lascada ao mais potente LASER, agora ou no futuro.

O problema escalar: o corte definitivo dos elementos da tríade.

Por mais que os envolvidos na trama internacional do movimento ambiental e do caos climático tentem demonstrar que há um consenso científico, a todo momento a realidade não cansa de mostrar que tal situação não existe. O motivo é bem simples: não há evidência. O que se nota para circunstanciar a causa climática são as saídas de modelos computadorizados viciados e crenças em ideologias. Analogamente, aplica-se o mesmo método para revertê-lo à causa ambiental, já que se atrelam a isto o uso do solo, as atividades industriais e as modificações na paisagem.

Deve-se deixar bem claro que não há evidências de que o Homem, através das suas atividades de desenvolvimento e sobrevivência, cause “aquecimento global”, “mudanças climáticas” e muito menos o tal “caos ambiental”. A razão desta inexistência é muito simples: a questão escalar.

 Em recente trabalho de doutorado, aplicado em experimento na cidade de Viçosa – MG, Fialho, em 2009, tentou demonstrar que cidades de pequeno porte poderiam apresentar ilhas de calor. Ao se verificar cuidadosamente as informações, dados e metodologia da pesquisa, observou-se que o gradiente de temperatura de cerca de 2 a 3ºC só foi encontrado em situações extremamente particulares, onde NENHUM sistema atmosférico se evidenciou, algo que é mais raro de acontecer.

Em outras palavras, apenas nas situações de alta calmaria, causados por presença anticiclonal, permitiram que a cidade de pequeno porte “demonstrasse” uma fraca bolha térmica de calor pela madrugada. Sua influência mal atingia a periferia da cidade que, no caso, apresentava escarpas elevadas. Com o resfriamento noturno, os ventos catabáticos provenientes dos pontos mais elevados da periferia conseguiam quebrar a estratificação hegemônica do urbano e, desta maneira, “destituir” do trono a influência antrópica pela presença da cidade. Em todos os outros casos, onde um sistema atmosférico de vulto, como os da escala regional e/ou sinóptica, estiveram atuando, foi impossível observar a influência humana no clima local. Entendendo que existem cerca de 20 grandes metrópoles no mundo e que todas as cidades representam apenas 0,05% da superfície da Terra (FIALHO, 2009) sendo que 0,005% são as moradias e habitações, é simplesmente IMPOSSÍVEL que as cidades exerçam influência no clima global. Portanto, nada adiantará pintar telhados de branco, por exemplo. O máximo que se conseguirá com isto é melhorar o conforto interno em uma residência localizada em clima tropical, em baixa altitude. Essa tolice não serviria para casas na Noruega!

Os problemas escalares não se limitam apenas ao exemplo anterior. Eles podem ser utilizados amplamente para eliminar a raiz dos falsos argumentos, tanto dos climáticos, como dos ambientais. As atividades humanas são muito tênues em relação ao todo. A idéia de partes, de Descartes, e de um todo holístico do Geossistema, de Bertalanffy, devem ser observadas com cautela e com aplicações específicas para cada caso. Verdades e mentiras fazem parte da natureza de uma sociedade. A ação antrópica (ecologia humana) foi abordada, no máximo, pela Teoria Geral dos Sistemas – TGS, mas ainda é muito pouco e está bem aquém do desejado ao entendimento científico de fato.

O “Aquecimento Global”

Com argumentos escalares avassaladores, apresentam-se diversos exemplos que permitem demonstrar quão frágil é a maturidade do questionamento ambiental. Para o “aquecimento global” simplesmente falta a evidência de que os “gases de efeito estufa” de origem antropogênica (e somente estes!) causem o aquecimento do planeta. Estima-se que 210Gton sejam os fluxos deste gás para a atmosfera por ano, com variação de cerca de 20% para mais ou menos (40Gton/ano). A melhor das estimativas do próprio IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) afirma que a atividade humana lance algo em torno de 4,1Gton/ano, valor este que vem diminuindo a cada relatório. Logo, a insignificante existência humana é apenas 10% da variação natural anual, para mais ou menos (IPCC, 2007). Além disto, o “efeito estufa”, tão atribuído aos gases antropogênicos (esquecendo-se propositalmente do vapor d‟água) não procede porque simplesmente a atmosfera não é uma estufa, portanto, o conceito é ERRONEAMENTE utilizado. Existe toda uma gama de processos termodinâmicos, representados pela convecção, que manipulam considerável quantidade de energia. Se é o efeito do vapor d‟água e a presença de atmosfera que permitem que a temperatura seja próxima de uma amenidade confortavelmente “quente”, em uma área considerável do planeta, ao mesmo tempo, são os fatores convectivos e advectivos que permitem que a superfície se esfrie, levando as temperaturas para uma situação confortável de amenidade “fria”. Estabeleceu-se então, um mecanismo de controle fantástico que nada tem a ver com o Homem e foge completamente a sua alçada (SPENCER, 2008). Observa-se que o termo “mecanismo” sempre é levado nas pesquisas climáticas sérias, como uma idéia, um modelo de entendimento. Ele não é a realidade. Não existem máquinas na Natureza e muito menos a hipótese de consertá-las.

O próprio conceito de temperatura média global chega a ser assustador. Não há sequer um consenso do que ela representa. Deve-se entender, de fato, que a idéia de média é uma abstração humana e só assim pode ser entendida. Os métodos de medição da temperatura são tão questionáveis para um determinado lugar, quanto mais dizer para todo o planeta. Estações Meteorológicas de Superfície – EMSs se encontram nos mais variados locais dos centros urbanos, o que causa influência nos valores medidos. Grande parte das EMSs foram desativadas a partir do colapso soviético, principalmente as dos locais mais frios do planeta. As medições realizadas por satélites tem o seu mérito, mas mesmo estas ainda apresentam erros maiores de 1ºC nas baixas latitudes e erros maiores para as altas latitudes. A nebulosidade de baixa altitude, como Stratus e nuvens altas fibrosas, como Cirrus, interferem consideravelmente na avaliação da temperatura de superfície (BAPTISTA, 2009; TURNER e KING, 1997). Se o erro dos satélites é de 1ºC, como poderemos estimar variações seculares de 0,5ºC? A própria estimativa está DENTRO do erro.

As “Mudanças Climáticas”


Ao mesmo tempo, as “mudanças climáticas” merecem o seu tendão de Aquiles, ou pelo menos, um deles. Variabilidade natural do clima sempre foi a constância, ou seja, mudança permanente. O clima pode ser aparentemente estático por um tempo, mas a única certeza que se tem é que ele muda e muda sempre. As mais importantes e precisas evidências de que isto é um fato são verificadas pela Geologia, principalmente quando se observam os registros paleoclimáticos (LINO, 2010). Os registros geológicos indicam que o clima pode mudar rapidamente, dentro de 20 a 40 anos de forma completamente natural. Não se pode atribuir a mísera elevação do conceito fantasmagórico de temperatura global ao processo de industrialização (MARUYAMA, 2009). O clima não é estático e não é constante. Não foi feito para os Homens e nem para um planeta estável, berço de uma humanidade esplêndida. Ele simplesmente existe e não há uma ligação de qualquer cunho com os Homens, façam o que eles façam, para “melhor ou pior” (ONÇA e FELICIO, 2009).

O “Caos Ambiental”

Finalmente, para o “caos ambiental” estabelecido pelas ONGs mais famosas de todo o planeta, apresentam-se alguns fatos que elas não conseguem refutar. O primeiro pode ser utilizado como um poder limitado das atuações humanas. Tomando como exemplo o próprio rio Tietê que atravessa o estado de São Paulo e metade da Capital. Toda a poluição, esgoto e dejetos dos mais variados tipos o tornam um dos mais poluídos da Terra. Contudo, bastam cerca de 50km adiante para não se encontrar sequer um traço de todos esses elementos contaminantes. As águas correm límpidas e cristalinas, cheias de vida subaquática. De uma maneira ou de outra, a Natureza se encarrega de eliminar esses elementos poluidores. O mesmo pode ser observado para o ar. Mesmo nos grandes centros urbanos, a maior parte do material em suspensão é de origem natural. Ele é elevado pela agitação das cidades, principalmente durante o desenvolvimento turbulento da camada limite urbana diurna (MACHADO, 2008). Salvo quando deposto por precipitação de grande volume, a maior parte dos compostos sofrem reação fotolítica causada pela radiação UV e suas moléculas são desmontadas em substâncias ou elementos mais simples. Estas reações se apresentam em menor escala na troposfera e atingem sua plenitude na base da estratosfera. Também se deve ressaltar que a presença real de poluentes de origem antropogênica desaparece em diluições sucessivas pela atmosfera, de maneira que além de um raio de 200km das suas fontes, nada mais pode-se encontrar. O problema de poluentes tóxicos é local e assim deve ser tratado. Lembramos que dióxido de carbono, o CO2, não é poluente! Ele é o gás da vida!

Se levarmos em conta toda a atividade humana, a superfície da Terra utilizada é inferior a 9%, incluindo em muito a agricultura e pasto, portanto, vegetação. A maior parte da superfície do planeta é coberta pelos oceanos (cerca de 72%). Ao se comparar esse número com as cidades (0,05%), nota-se a diferença colossal de escala. Além disto, a grande maioria continental da Terra apresenta-se como uma geografia física, apreendida pelos Homens, seja visual ou como recursos naturais. Desta maneira, uma vez que esse cenário entra na dinâmica humana, torna-se apropriada e, portanto, geografia humana. Nas atividades humanas, isto poderá ser factível de realizar renda, ocasionando lucro. Não há como observar a geografia física, ou seja, o meio, de outra maneira a não ser como forma pré-disposta para a apropriação humana. Isto significa que será peça do conjunto produtivo que gerará renda e lucro. Dentro deste contexto, estabelecem-se todas as relações Homem-Meio e principalmente novas relações Homem-Homem. Exatamente nestes pontos a Tríade vai se manifestar com veemência, tornando-se objetivo deste trabalho. Ela pretende estabelecer novos parâmetros para estas relações, sempre em detrimento cada vez maior das sociedades e dos homens. Esta é a falácia que necessita ser revelada. Estamos passando por uma mudança de um certo tipo específico de relação Sociedade-Natureza, de produção da sociedade e da produção do Homem. Notar que o Homem torna-se produto da própria Sociedade que ele constrói, simultaneamente. Cria-se, criando. Funda-se, fundando. Portanto, verifica-se que não há um motivo para efetuar tal mudança. Desta maneira, inventa-se um motivo e este é exaltado ao máximo para garantir a sua existência.

A atuação da tríade.

A Tríade prepara-se para atuar cada vez mais em todos os elementos de uma sociedade, desde a parte ideológica até as Leis que regem um país. Sua presença já aparece em diversos segmentos. Para poder se observar sua atuação, necessita-se rever toda a estrutura da existência humana desde seus fundamentos.

No planeta Terra, uma exígua lâmina de superfície, cuja espessura vai de 10 quilômetros de profundidade até a base da estratosfera, em cerca de 20km de altitude, compõe-se o Estrato Geográfico, onde situa-se a Natureza apreendida pelo Homem. Tal Natureza é dividida entre os povos, sendo estes, os grupos humanos sociabilizados que se reúnem por afinidades de língua, valores, religião etc. para proveito próprio, visando o bem-estar e sobrevivência. Tal área continental da Natureza será apropriada por esse povo, tornando-se um território de um país. Utilizando o exemplo do Brasil, seu território é composto pelos recursos naturais disponíveis, o campo e as cidades. O povo, agora agregado em forma de nação, é gerenciado como Estado que tenta prover, pela teoria de sua existência, a sobrevivência do povo no campo e nas cidades, através dos recursos naturais disponíveis em seu território. Contudo, um país de dimensões continentais como o Brasil utiliza muito de sua produção para sustentar o exterior e as grandes potências, suprindo-os de matéria-prima barata, enquanto que o pior fica para consumo interno, dadas as exigências internacionais de qualidade. A troca “justa” dada pelas potências é enviar todas as tecnologias desenvolvidas para serem vendidas no Brasil. Nestes termos, diversas manufaturas, desde as mais simples até as mais sofisticadas, são vendidas nas cidades e no campo. Deve-se entender que tudo vem do exterior. Os parques industriais nacionais são feitos fora e montados aqui, ou seja, uma simples máquina de fazer parafusos é importada. Todo produto, por mais “nacional” que seja, tem uma base originada no exterior, o que ocasiona total dependência do país. Tal processo de completa dependência teve seu auge em 1964. Ele nunca mais parou de se enraizar no Brasil e em diversos outros países subdesenvolvidos. Além destes, temos as manufaturas que são importadas diretamente de todos os tipos e espécies, desde remédios até carros e os produtos de alta tecnologia, como equipamentos médicos, computadores, eletrônicos em geral que foram permitidos a partir de 1990, com as totais quebras de reservas de mercado.

O planeta Terra é imenso. Cabe aos humanos explorar uma fina lâmina denominada Estrato Geográfico. Esta comporta a Natureza apropriada, dividida em territórios nacionais, cada qual com seus recursos naturais, campo e cidades. Tais recursos servem, a priori, para a sobrevivência do povo contido em uma nação. Em um país como o Brasil, a maior parte dos recursos e produção primária garantem a sobrevivência do Exterior que, em contrapartida, vendem as bases de infra-estrutura, manufaturas e alta tecnologia – os hightechs, sempre pagando royalties (Felicio, 2009).

O planeta Terra é imenso. Cabe aos humanos explorar uma fina lâmina denominada Estrato Geográfico. Esta comporta a Natureza apropriada, dividida em territórios nacionais, cada qual com seus recursos naturais, campo e cidades. Tais recursos servem, a priori, para a sobrevivência do povo contido em uma nação. Em um país como o Brasil, a maior parte dos recursos e produção primária garantem a sobrevivência do Exterior que, em contrapartida, vendem as bases de infra-estrutura, manufaturas e alta tecnologia – os hightechs, sempre pagando royalties (Felicio, 2009).

A Tríade surge como uma imposição das grandes potências, como Estados Unidos da América, Inglaterra e Holanda, através da pressão de suas ONGs financiadas por governos. Ela é legitimada pela “ciência” que usará da mídia para disseminar sua ideologia. Desta maneira, a opinião pública será influenciada pelo que dizem tais pseudocientistas e jornalistas. Aparentemente, o indivíduo acha que o clamor por mudanças surgiu em sua cabeça, mas na verdade ele foi impelido a achar que isto foi sua idéia. Tais evidências podem ser verificadas nas pesquisas de opinião pública. Algumas muito bem financiadas por bancos e ONGs, como é o caso do HSBC:

Os moradores das grandes cidades do mundo citam a mudança climática como sendo a questão global mais premente, exceto os habitantes de metrópoles dos EUA, para os quais a economia é o maior problema, segundo pesquisa do banco HSBC.

A mudança climática é a maior preocupação de cerca de dois terços dos moradores entrevistados em Hong Kong, e de mais da metade em Londres, Paris, São Paulo, Toronto, Vancouver e Sydney. Para os norte-americanos, a questão climática aparece em terceiro lugar, atrás da economia e do terrorismo.

Quando você olha qual foi o impacto da recente crise global, os indivíduos dos EUA tiveram um maior porcentual das suas carteiras ou um maior porcentual da sua riqueza negativamente afetado‟, disse Andy Ireland, diretor de serviços bancários “premier‟ do HSBC. “Acho que pode haver uma correlação entre as duas coisas.‟” (O ESTADO DE SÃO PAULO, 24 abr 2010)

O Estado que rege o país adotará o “desejo do povo” por essas mudanças. A Tríade será implementada como uma imposição do exterior. Ela vai reger como os habitantes do campo e das cidades devem sobreviver. Ela vai influenciar o Estado para que este crie ou altere as Leis que irão impor as novas condições de como se deve viver no campo e nas cidades, ou na atuação e gerência de seu Estado (vide a aprovação da recente Lei da Política Nacional sobre Mudança do Clima nº 12.187/10, que contemplou a necessidade de previsão legal expressa para as licitações sustentáveis no ordenamento jurídico). Tais Leis irão exigir mudanças drásticas no que consumir, incluindo os próprios produtos que são mandados pelas potências. A Tríade vai definir o que comprar. Em outras palavras, as manufaturas, as bases da própria indústria e os produtos de alta tecnologia deverão ser utilizados, substituindo os convencionais. O caso mais gritante foi a troca dos CFCs pelos HCFCs, meta imposta pelo FMI pelo protocolo de Montreal. Quem não assinasse o protocolo não recebia financiamento e poderia sofrer diversas sanções econômicas, como as impostas a países como Irã e Iraque. Nestes termos, a Tríade domina todos os processos do sistema do país, exigindo pagamentos cada vez mais altos em forma de royalties pelas novas patentes.”


“Desenvolvimento Sustentável” e mecanismos de implementação.

Pela extensão da pesquisa, pretendeu-se apresentar apenas algumas das formas de como o “desenvolvimento sustentável” estenderá seus tentáculos. A implementação começa pela imposição da Tríade, com uma guerra ideológica profunda. Esta deixa marcas tão sinistras que o simples questionamento sobre sua existência execra o argüidor ao quinto inferno. Desta maneira, podemos observar alguns elementos que mostram como a ideologia já venceu em diversas frentes.


O caso mais intrigante é o do cidadão que recicla seu lixo dentro da sua casa. Ele gasta sua água para limpar embalagens. Separa os constituintes inorgânicos. Cede seu tempo de vida para trabalhar. Uma vez que tudo está pronto, ou ele coloca na porta da sua casa, em horário pré-determinado para um caminhão específico recolher este “produto”, ou pior, leva-o até uma central de beneficiamento, gastando seu carro e combustível na tarefa. Curiosamente, o cidadão não percebeu que ele trabalhou de graça em um processo produtivo capitalista. Ao contrário, fez isto de bom grado, voluntariamente, e ainda acreditou que “salvou o planeta”. Ele nem sequer se deu conta que uma indústria entrou na sua casa. Ele agora é um operário desta indústria e não recebe nada por isto. Sequer recebeu um incentivo fiscal da prefeitura de sua cidade, ou algum tipo de bônus. Mas o pior ainda está por vir. De um serviço voluntário, ele poderá se tornar um serviço OBRIGATÓRIO, fiscalizado pelo Estado.

Quem não fizer assim, separado, limpo etc. será multado! Quem continuar a desrespeitar o cumprimento das novas LEIS que serão impostas para reciclagem de lixo poderá ser preso. Cumprirá as novas penas alternativas que o Poder Judiciário quer impor, conseguindo fazer dos pequenos criminosos, incluindo os cidadãos comuns e honestos que não concordarem com as novas práticas, a serem escravos do Estado, realizando as tarefas de pequena monta como penas. Estas medidas economizam um bom dinheiro aos cofres públicos, pois não se necessitará mais de uma mão-de-obra para realizá-las. Curiosamente, o que não se diz é por que o processo não é implementado em todas as cidades do Brasil. A resposta é muito simples: CUSTOS. O empreendimento só se torna viável mediante a realização de lucros. Cidades de pequeno porte não justificam o investimento da implantação de uma infra-estrutura industrial de reciclagem porque gerariam prejuízo, portanto, não realizável. Outros instrumentos da implementação do “desenvolvimento sustentável” vem com a “Agenda 21”.

Reuniões infindáveis em diversas instâncias governamentais discutem toda e qualquer forma de aplicar as idéias “revolucionárias” da questão ambiental no cotidiano das pessoas. Tais medidas vis começam a surgir em formas simples, como o planejamento de uma agricultura familiar. Hoje, linhas de financiamento bancário já estipulam regras para a liberação de verbas na sua implementação. Se o empreendedor familiar não acatá-las, não recebe seu dinheiro e passa fome. Notemos que se criam problemas com a agricultura familiar convencional para que essa seja obrigatoriamente extinta e suplantada por uma “agricultura familiar sustentável”. Estes são apenas alguns dos desdobramentos que já estão atuando e muitos outros que estão por vir. Todos eles estão nos focos de estudos do LCB.

A ideologia da tríade no Brasil.

Trabalhar para o movimento ambiental apoiado por ONGs como a WWF, cujo presidente nacional foi Roberto Marinho, da Rede Globo e Greenpeace, que impregna o Partido Verde, é trabalhar para a perda efetiva da soberania da Amazônia brasileira. É trabalhar para criar mais diferenças sociais, mais miséria, mais energia elétrica cara. Estabelecem-se mais monopólios e latifúndios. Trabalha-se para que o poder industrial erga-se sobre o campo, em um agronegócio que é a própria negação dos ritmos da Natureza, como o plantar, o tempo de esperar crescer e finalmente colher. O ritmo frenético das cidades será levado ao campo, com um pico cada vez mais crescente de produção, sem a mínima fundamentação de consumo. Chegar-se-á ao questionamento de produzir para que e para quem.


O nível de alienação das pessoas é total, pois não sabemos o que produzimos e como produzimos. Não sabemos do que são feitas as coisas e por que são feitas daquela maneira. Nestes termos, como se pode discutir o “desenvolvimento sustentável”? Se não sabemos onde as coisas são produzidas, não temos consciência geográfica. Não temos noção das escalas dos processos e das suas ordenações. Ficamos expostos aos lobbies que estão postos de maneira clara, sem maquiação. Apostam que a ideologia do ambientalismo tem força para promover as mudanças “necessárias”. Tais planejamentos são baseados em gestão política e se atribuem interesses legítimos, inclusive de classes sociais, empresariais etc. O cunho político cede ao falso clamor público, cujas opiniões foram totalmente guiadas pela pseudociência. Um cidadão comum ou um destes cientistas podem até acreditar piamente nestes clamores. Alguns até por ignorância aos fatos, contudo, todos trabalham para a corrupção dos objetivos da climatologia, ou na forma de inocente-útil, ou na forma corrupta de interesses pessoais e acadêmicos.


A dificuldade da implementação da Tríade no Brasil vem do fato de que este país possui uma integração diferente de China e Índia. Desta maneira, ela vai atuar com muita ênfase no plano político e legislativo, corrompendo os poderes envolvidos para que as Leis sejam formuladas a seu favor. O último bastião das nações, principalmente no Brasil, é a livre circulação de mercadorias. Quando alguns pseudocientistas brasileiros começam a legitimar a internacionalização do controle dos recursos naturais, significa agora que nem mesmo estes poderão ser geridos pelo Estado brasileiro. Será a completa perda de soberania, oficializada agora, de fato. Ressurgimos com a antiga briga entre os Natalistas, considerados os cientistas céticos da época, que diziam que tudo era uma grande besteira, e os Controlacionistas, que seguiam as idéias toscas do Reverendo Malthus, chamadas hoje de malthusianismo. A geração de escassez é pregada como um fato irreversível, algo que é completamente falacioso. A humanidade se adapta às diversas condições. Jean Brunhes, logo no princípio de sua obra, apresentada por La Blache, já mostra que o Homem se adapta as situações dos lugares, gerando suas próprias geografias.

Conclusão

Para se LEGITIMAR um processo global de mitigação de energias, de venda de novos produtos, de formação de novos impostos, de criação de grandes monopólios e da instituição de um poder internacional, faz-se necessário criar grandes problemas. Estes irão instigar os três grandes medos da Humanidade: a morte, a mudança e o futuro, para que o pânico se torne generalizado em pessoas cada vez mais alienadas da realidade. Os alicerces desta teoria, “aquecimento global”, “mudanças climáticas” e “caos ambiental” são intercambiáveis, servindo para justificar o “desenvolvimento sustentável”, de alto custo, implementado sob rígidas regras, em detrimento do desenvolvimento convencional, barato e cada vez mais livre. Está é a base da teoria da Tríade. É a implementação dos esquemas da negociata cap-and-trade (limitar-e-comercializar). A geração de uma falsa economia de “baixo carbono” significa simplesmente não produzir, provocar escassez de produtos e alimentos, desabastecimento de energia e a implementação de burocracias eternas, com impostos infindáveis em nível supra-nacional. São estas atitudes que nos remeterão ao novo colonialismo malthusiano, e que forçam o mundo em desenvolvimento à submissão ao eco-imperialismo.

O sistema capitalista se amolda conforme as situações que surjam a sua frente. Se nos anos de 1970 o problema ambiental era um entrave para o progresso do sistema, nada melhor que ele seja fagocitado, incorporando-se ao capital. A máquina cresce e gira mais e mais. Estamos passando por uma mudança da relação Sociedade-Natureza, dos moldes ocidentais, que é completamente forçada. Estas mudanças refletem na produção da Sociedade e na produção do Homem como ser citadino. O problema é que não há um motivo para tal empreitada. Desta maneira, criou-se esse motivo para que se consiga justificar a existência da mudança e sua implementação. Utiliza-se a idéia do planeta-máquina. Isto é apenas uma metáfora que serve para um entendimento didático. Essas “máquinas” da Natureza operam por si só. Não existe um funcionar e muito menos um quebrar, portanto, não admitem conserto e muito menos a idéia de mal funcionamento, simplesmente porque isto não existe. O fundamental é que a idéia de máquina é uma abstração humana, ou seja, obra do pensamento. Ela resulta de uma apreensão humana que deveria gerar uma compreensão, ou que pelo menos, tentasse fazê-la.

A relação Sociedade-Natureza está cada vez mais obscurecida na visão das pessoas, causando a alienação dos indivíduos ao extremo. As pessoas não vivem, elas consomem. A frustração de se viver em algo que se constrói e que não se edifica como fruto deste trabalho causa mais angústia ao homem moderno. Seus apegos à “religião aquecimentista e ambientalista” são exatamente a exacerbação de sua descrença e falta de esperança da existência de dias melhores. Ao mesmo tempo, todas as relações Homem-Homem demonstram, como sempre foram, uma sobrepujança entre os indivíduos. A tentativa de se obter renda e lucro para se consumir mais e mais de modo que os produtos consumidos lhe causem a sensação de “ser diferente” em meio a multidão, tentam preencher este vazio interior. O movimento ambiental, apoiado por um novo capitalismo, o eco-ideológico, viu este mercado promissor e investe massivamente na sua implementação. O padeiro não levanta de madrugada para cumprir um nobre ideal de alimentar a humanidade. Ele levanta e faz o pão para obter lucro. Da mesma maneira, os comitês e delegações que viajaram para Kopenhagen para a reunião “climática” COP-15 de 2009 não foram lá para “salvar o planeta” e dar um benefício a toda a humanidade. Foram lá para obter lucros exorbitantes! Que isto fique bem claro para todos, pois os fatos demonstraram a completa evidência. Não havia debates climáticos com dados científicos e pesquisadores das mais altas instituições. Havia sim delegações de ONGs, governos, partidos políticos, pseudocientistas engajados na causa e uma infinidade de burocratas, fazendo apenas seus discursos vazios e catastrofistas. Lamentações e pedidos de considerações para as pessoas do futuro, aquelas que ainda não existem.

Espectros que mal se consolidaram foram evocados, em detrimento de todos aqueles que existem agora! É o conforto material de uma civilização que torna possível uma preocupação séria com os valores ambientais. Para quem tem fome e necessita garantir o básico, estas preocupações são pura fantasia. As idéias ambientalistas refletem primordialmente as preocupações, preferências e visões de mundo de uma minoria de políticos, burocratas, acadêmicos, ONGs e fundações econômicas de países altamente desenvolvidos, que apontam a si próprios como defensores dos interesses da humanidade. Querem hoje apresentar uma imagem de “bons moços” quando na verdade, só querem vender suas idéias e exercer um domínio extremo sobre todos os recursos naturais e fontes de energia.

O trabalho tentou demonstrar que a idéia de consenso científico é uma fraude estipulada justamente para ocultar os objetivos da causa aquecimentista. A corrente cética permanece incansavelmente demonstrando a realidade, mas a discussão com dogmas e ideais postos por uma enxurrada de informações tendenciosas, têm feito um trabalho de tamanha magnitude em distorcer os fatos que a insanidade tem se estabelecido quase que plenamente. Vencer a disputa em um quadro desigual será uma caminhada penosa, mas necessária. Razão versus crença necessita de uma vitória contundente. O movimento aquecimentista necessita ser devidamente desmascarado antes que seus estragos não tenham mais volta.

Desta maneira, se realmente queremos deixar algo para os nossos filhos e netos, que seja algo verdadeiro e bom. Não as falaciosas idiotices de “mundo melhor e sustentável”, mas as ausências de burocracias escravocratas que estão a se implementar para que surja uma nova “globalização”: a que acabe com as fronteiras de vez e permita total circulação de mercadorias, a que gere uma moeda global, a que destrua o nacionalismo e noções de pátria, a que enterre as diferenças de todos os homens e sociedades e suas religiões. Um indivíduo que seja nivelado em uma base comum, ecumênica, facilitará completamente seu controle. Esse é o grande objetivo: o controle total de todas as sociedades, seu consumo e seus recursos naturais e energéticos.

Mãe-terra, viva Gaia! A quem ainda duvide, basta abrir os olhos para enxergar melhor os cenários internacionais que se apresentam, se for possível, pois dissipar a cortina de fumaça do dióxido de carbono antropogênico parece ser pior que atravessar o mais denso dos nevoeiros serranos.

Autores: Ricardo Felício e Daniela Onça.

Para ver o artigo completo que foi publicado no Fórum Ambiental de Alta Paulista em 2010. É só clicar aqui.

Abraços tropicais!

Anúncios
comentários
  1. Excelente matéria publicada. Parabéns! Descobri este site recentemente e estou a cada dia apreciando mais seu conteúdo altamente elucidativo. Continuem com esse maravilhoso trabalho.

    Aprecio muito ler e assistir aos diversos trabalhos realizados pelos professores Ricardo Augusto Felício e Luiz Carlos Molion. São dois interessantes cientistas que desmistificam muito bem equívocos a respeito do clima.

    Gostaria, se possível, de ler alguma opinição da parte da equipe do FakeClimate a respeito desta recente matéria publicada em diversas fontes na internet que dá suporte à hipótese do Aquecimento Global de causas antropogênicas:

    http://www.apolo11.com/mudancas_climaticas.php?titulo=Novo_estudo_mostra_que_resfriamento_da_Terra_acabou_no_seculo_19&posic=dat_20130423-105619.inc

    Cordialmente,

    Sérgio Cardoso.

  2. Muito bom o texto. Só não concordo com a questão de reciclar o próprio lixo, como dever cívico e não obrigação imposta. Acho que limpar, separar e disponibilizar para o poder público ou outra entidade, mesmo que privada, coletar e tentar reutilizar ou reciclar da maneira possível, gerando renda e lucro novamente. Não podemos negar o impacto ambiental que gera custo pro poder público e, consequentemente, pra sociedade (não pq esse impacto vai inviabilizar a vida no planeta, pois, como citado no texto, este se encarrega de “se limpar”). Assim, eu penso que, se podemos reciclar e reutilzar estamos deixando de gastar e onerar porções do planeta que poderiam gerar mais riqueza de outras formas que não aterros sanitários/industriais. Mas eu tb acho que o poder público tem que fomentar essas ações, com conscientização da economia, e não obrigar por meio de leis e multas por desobediência.

Exercite seu ceticismo

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s