O que dizem os céticos pelo mundo! Parte VI

Publicado: outubro 16, 2012 em Arquivo BFC!, Série: "O que dizem os céticos pelo mundo"
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Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:

“Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado.”

Hoje saiu (finalmente) mais um capitulo da série de postagens que busca mostrar o ponto de vista dos céticos ao aquecimento bobal global antropogênico de todo o globo, portanto, trazemos mais nomes importantes da ciência climatológica. E mais importante que isso, visões críticas sobre os modelos climáticos e sua falibilidade para prognósticos de longo período.

Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Univ de Chubu, Japão:

“As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no carro e os países em desenvolvimento a andarem descalços”

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Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global abandonou a defesa do protocolo de Kyoto:

“O instrumento regulador da natureza é o vapor de água: mais CO2 diminui a umidade no ar, mantendo a proporção geral dos ‘gases estufa’ nas condições de equilíbrio necessárias”.

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Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:

“O CO2 não é um gás poluente. Ele tem conseqüências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. (… ) Eles [os especialistas] têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”.

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Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:“Quem pretende que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas faz uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”.

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James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburgh:“Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar computadorizados com os quais a gente pode construir o que bem entende”

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Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA:“Não se justifica racionalmente utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas.”

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Hajo Smit , meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto do IPCC:“Gore incitou-me a [realizar] uma investigação científica profunda que me levou rápida e solidamente para o campo dos céticos … Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido”

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Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália:“Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO2) está provocando a mudança climática, ou que só o CO2 feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos coletivamente de essa ilusão enganosa?”

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Eduardo Tonni, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata, Argentina:“O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no fato de que é algo que gera fundos [para investigação]. (…) Se alguém dizer que a mudança global é provocado por efeitos naturais, ficará sentado a ver navios. (…) lamentavelmente, trata-se de mais um produto de mercado”

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Geoffrey G. Duffy, Prof. da Universidade de Auckland, Nova Zelândia:“Ainda que o nível do gás carbônico (CO²) dobrasse ou triplicasse, isso virtualmente teria pouco impacto, posto que o vapor de água e a água condensada em partículas nas nuvens dominam a cena em todo o mundo e assim será sempre.”

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Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia:“Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.”

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Pedimos desculpas, ao caro leitor, pela demora na atualização desse humilde blog. Nosso “redator chefe” passou mal depois de jogar um absurdo jogo que a empresa Nutry criou, chama-se o “Meu planeta”. Felizmente ele passa bem e sem riscos de dano cerebral.

Para você que não quer passar pelo risco de jogar. Resumo aqui para você as conclusões que tiramos jogando o tal jogo.

– Se você come atum, o atum do mundo acaba.

– Se você bebe água, a água do mundo desaparece.

– Se você consome produtos “ambientalmente responsáveis”, tem mais pássaros azuis.

– Se você compra televisores ou rádios, a neve do planeta some e os furacões destróem tudo.

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Esse jogo faz tanto sentido quanto esse Gif.

Ou

essa notícia:

Perguntas?

Abraços tropicais!

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comentários
  1. Guto Guerzoni disse:

    O gif foi o melhor lkkkk

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