A teoria que falhou: quando a hipótese e a observação não batem.

Publicado: outubro 8, 2012 em Arquivo BFC!
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Por Joanne Nova e Anthony Cox
2 de outubro de 2012


É preciso apenas um experimento para refutar uma teoria. Os modelos climáticos preveem um desastre global, mas a evidência empírica discorda. A teoria do aquecimento global catastrófico provocado pelo homem (AGA – Aquecimento Global Antropogênico) foi testado por vários ângulos independentes.
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vi no: Terrorismo Climático

O calor está ausente dos oceanos: está ausente na troposfera superior. As nuvens não estão se comportando como previsto. Os modelos não podem prever a curto prazo ou a longo prazo, o regional. Eles não preveem o passado. Como eles poderiam prever o futuro?Os modelos não preveem corretamente mudanças na radiação de saída, as tendências de umidade e temperatura da troposfera superior. O fato mais importante, dominando tudo, é que o conteúdo de calor dos oceanos quase não aumentou desde 2003 (e muito possivelmente diminuiu) contradizendo as simulações. Na melhor das hipóteses, qualquer aumento relatado não é suficiente. Modelos não podem prever os padrões locais e regionais ou de efeitos sazonais, mesmo que os modeladores exagerem todas as errôneas micro-estimativas e afirmem que produzem uma previsão exata macro global. A maior parte do aquecimento aconteceu numa mudança de patamar em 1977, no entanto o CO2 tem aumentado anualmente. 
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Observações sob qualquer ângulo apontam para uma conclusão semelhante

Estudos envolvendo 28 milhões balões meteorológicos, milhares de gravações de satélite, 3.000 boias oceânicas, gravações de temperatura de 50 estações nos EUA e mil anos de indicadores indiretos de temperatura sugerem que os Modelos Climáticos Globais superestimam os feedbacks positivos e são baseados em suposições pobres. Observações sugerem valores mais baixos para a sensibilidade climática seja para um estudo de longo prazo da umidade, das tendências de temperatura na troposfera superior, da radiação de ondas longas, das mudanças de cobertura de nuvens, ou das mudanças no conteúdo de calor dos oceanos.

 
A continua crença em modelos falhos rompe com os princípios centrais da ciência
 

As duas coisas que tornam a ciência diferente da religião são de que nada na ciência é sagrada, e tudo na ciência deve em última análise se encaixar com as observações no mundo real. Enquanto uma teoria não pode ser 100% provada, ela pode ser negada. As peças do quebra-cabeças do clima estão sempre vindo juntas. As observações sugerem que o efeito do aquecimento das emissões de CO2 feitas pelo homem tem sido exagerada por um fator de 3 até 7 em simulações de computador.

 
As observações mostram grandes falhas
 
  1. The missing heat is not in the ocean 8 – 14
  2. Satellites show a warmer Earth is releasing extra energy to space 15 -17
  3. The models get core assumptions wrong – the hot spot is missing 22 – 26, 28 – 31
  4. Clouds cool the planet as it warms 38 – 56
  5. The models are wrong on a local, regional, or continental scale. 63- 64
  6. Eight different methods suggest a climate sensitivity of 0.4°C 66
  7. Has CO2 warmed the planet at all in the last 50 years? It’s harder to tell than you think. 70
  8. Even if we assume it’s warmed since 1979, and assume that it was all CO2, if so, feedbacks are zero — disaster averted. 71
  9. It was as warm or warmer 1000 years ago. Models can’t explain that. It wasn’t CO2. (See also failures of hockey sticks) The models can’t predict past episodes of warming, so why would they predict future ones?
Figura 1 – Comparação da sensibilidade climática (métodos empíricos versus modelos, para uma duplicação do nível de CO2).
O efeito direto do CO2 é de apenas 1.2C

 O IPCC estima que efeito direto do dióxido de carbono é de 1,2°C (1) de aquecimento (isto é, antes dos feedbacks serem considerados) para cada duplicação do nível de dióxido de carbono. Os Modelos amplificam o aquecimento com suposições sobre o feedback ser positivo (ver a região azul das estimativas do modelo no gráfico acima). Mas as observações mostram que o conjunto dos feedbacks negativos, provavelmente ao contrário dos modelos, reduz o efeito direto do dióxido de carbono adicional.

Enquanto cientistas independentes apontam para a evidência empírica, os cientistas financiados pelo governo argumentam que a maioria dos cientistas, um consenso, apoiam a teoria de que uma catástrofe feita pelo homem está chegando (2). Isto é claramente não-científico e uma falácia lógica. A prova de conhecimentos científicos é obtida através da experimentação e observação. A única evidência que os cientistas do governo fornecem sobre os pontos-chave como a causa do aquecimento vêm de simulações do clima feito com computadores. Esses modelos são inverificáveis, e quando testados, não tem “nenhuma capacidade” para prever o clima. Os cientistas podem afirmar o contrário, mas nenhum modelo único é proficiente, e uma seleção de modelos tem “sucesso” com alguns parâmetros.

Um grande número de observações estão de acordo que, aproximadamente, qualquer aumento da temperatura média global causado por uma duplicação do CO2 é mais provável ser de cerca de meio grau do que os 3,3 graus determinados pelo IPCC (3) .


O grande problema para os modelos: Feedbacks

Mudanças do nosso clima causadas por efeitos externos, chamadas forçantes: o sol se torna mais intenso, alterações no seu campo magnético, mudanças nas correntes dos oceanos, alterações da vegetação, ou continentes se movendo. A Terra é uma bola de magma, com um diâmetro de 12.756,2 km, com uma crosta fina de cerca de 12 km de rocha em cima, quem sabe os efeitos que vêm de dentro? O IPCC reconhece apenas dois tipos de forçantes: gases de efeito estufa e a luminosidade solar.

Forçantes são difíceis de desvendar. Mais difícil ainda são feedbacks, como sistemas que simultaneamente ajustam todo o planeta às novas condições. Em um mundo mais quente, por exemplo, menos gelo e mais vida vegetal significa que menos luz solar é refletida para o espaço, o que gera mais aquecimento. Os oceanos liberam dióxido de carbono, mais água evapora, alterações de umidade, aumento do nível do mar, e todas essas consequentes mudanças afetam ainda mais as temperaturas.
Os feedbacks não são apenas a cereja do bolo, mas do ponto de vista do IPCC, são coletivamente mais poderosos do que qualquer forçante devido diretamente ao CO2. 
De fato, enquanto o CO2 pode causar um grau de aquecimento, os feedbacks ampliam este – teoricamente de qualquer maneira – em até três graus. O principal agente de feedback, de acordo com o IPCC, é o vapor d’água (ie. umidade)(4). O IPCC pode estar certo sobre cem fatores, mas se eles estão usando as suposições erradas sobre a maneira como se comportam as nuvens e a umidade, a previsão dos alarmantes três graus poderia ser reduzido para uma previsão de um mero meio grau. Alguns detalhes são mais importantes do que outros.

Não somente é difícil colocar um valor em todos os feedbacks, é difícil saber se algumas mudanças são um feedback ou uma forçante (5) ou até mesmo os dois ao mesmo tempo – por exemplo, nuvens. O Impacto das nuvens sobre o clima, obviamente, mudam com o aquecimento do mundo (um feedback), mas, se os efeitos do magnetismo solar mudam as nuvens, como agora parece provável, as nuvens poderiam também conduzir à mudança climática (uma forçante) (6,7).

As referências aqui independentemente mostram que as premissas fundamentais dos modelos estão erradas. Modelos assumem que a umidade relativa irá permanecer a mesma ao longo dos trópicos, como o mundo se aquece, as nuvens são um feedback positivo e não negativo, e que as mudanças das nuvens são um feedback e não uma forçante por si próprio. Estes são três erros críticos e demonstráveis.


Conclusão

Usando toda e qualquer técnica de medições, as previsões de modelos não coincidem com as observações.

O aquecimento que nós tivemos nos últimos 30 anos implica que na melhor das hipóteses, poderíamos esperar 1° C de uma duplicação de CO2, mas as observações de oito experimentos naturais em todo o mundo, e até mesmo em Marte e Vênus sugerem que 0,4° C é o limite superior da sensibilidade do clima a qualquer causa. Além disso, se Miscolscki está certo, e um aumento do dióxido de carbono conduz a uma diminuição do vapor d’água, então a sensibilidade devido ao CO2 pode ser próxima de zero.

As previsões do aquecimento global são contrariadas pelos dados. O enorme financiamento que está sendo agora direcionado para ‘resolver’ o aquecimento global deve ser redirecionado para investigar hipóteses que são consistentes com os dados empíricos e confirmados por evidência observável.

A exceção prova que a regra está errada. Esse é o princípio da ciência. Se há uma exceção a qualquer regra, e se ela pode ser provada pela observação, essa regra está errada.
Richard Feynman, de acordo com The Meaning of it All, 1999.
REFERÊNCIASReferências combinadas dos artigos ligados.
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Notas de Rodapé

“Sensitivity Climate” (Sensibilidade Climática) refere-se ao aquecimento produzido por uma duplicação dos níveis de CO2.

Forçante é um fator externo introduzido no sistema climático que atinge, durante um período, o equilíbrio radiante na tropopausa (limite entre a troposfera e estratosfera).

Feedback (Realimentação) é uma mudança de quantidade no sistema climático, como resposta a uma mudança de uma forçante.

Graças a Tony Cox pela sua paciência.

Graças a Tony Thomas para a edição de conselho.

Fonte: JoNova

Você é aquecimentista e contesta os dados empíricos com modelos vindos das Crônicas de Nárnia?
Me conte mais como funciona sua religião.
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Ah…e para fechar esse maravilhoso post produzido pela Jonova e que roubei descaradamente do Terrorismo Climático. Deixo você, meu honorável leitor, com uma lista preparada pelo blog Real Science com as maiores descobertas da metereologia na ultima década.
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.abraços tropicais

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