O que dizem os céticos pelo mundo! Parte V

Publicado: agosto 11, 2012 em Série: "O que dizem os céticos pelo mundo"
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Esse é o quinto e novíssimo capítulo da série de posts, “O que dizem os céticos pelo mundo?” aonde reunimos citações diversas de Climatologistas, Geógrafos, Geólogos, Físicos, Jornalistas, Naturalistas, Políticos e até mesmo ex-astronautas da NASA. Além de inúmeros outros cientistas de áreas correlatas ao tema ambiental. O ponto que une todos eles é o ceticismo em relação ao aquecimento global antropogênico e o alarmismo que o cerca. Para conferir tudo o que o blog  já apanhou de citações até o momento confira a série completa de posts clicando aqui!

Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:

“A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo conseqüências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade.”

Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC:

“Não há prova de uma relação entre a atividade humana e o aquecimento global”.

Nigel Calder, ex-diretor de “New Scientist”:

“Os princípios os mais elementares do jornalismo parecem ter sido abandonados.

“Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. Se o trabalho deles é jogado na lixeira perdem o emprego!

“Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas porque existem ainda, infelizmente, diretores desabusados que pedem: ‘você sabe, aquilo que você disse há 5 anos, bem, agora é muito pior! Os mares podem crescer tal vez 2m50 na próxima terça-feira’ e coisas do gênero.

“Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista.”

Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa:

“Tornar prioritário o combate às emissões de CO2 , invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de soluções altamente centralizadoras e perversas, (…) Actualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos”.

Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidad

“É a procura de um mítico naufrágio em CO2 para explicar um incomensurável tempo de existência do CO2 para caber num hipotético modelo de computador do CO2 que leva a mostrar que a queima de uma quantidade impossível de combustível fóssil está esquentando a atmosfera”.

Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:

“Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história… Quando o público perceba a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas”.

Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:

“Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda.”

Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta:

“É ridículo falar de ‘consenso’ em torno da idéia de que os humanos estão causando um ‘aquecimento global’ quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. ‘Consenso’ apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos”.

Walter Cunningham, físico e ex-astronauta:

“A NASA deveria estar na linha de frente colhendo provas científicas e desmontando a atual histeria do “aquecimento global antropogênico”. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global ou, pior ainda, da ciência politizada.”

Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:

“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (…) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa:

“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.

Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca:

“Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura deve-se exclusivamente ao CO2 não tem justificação científica. É pura conjetura.”

Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:

“O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista se sentar num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos…”

Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar:

“O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos”

Martin Keeley, Prof. de Geologia do Petróleo no University College de Londres:

“O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazerem cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.”

Prof. David Bellamy, naturalista:

“O aquecimento global — pelo menos na última visão de pesadelo moderno — é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.”

Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA:

“O ‘medo do aquecimento global’ está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões”.

Robert Essenhigh, PhD, Professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University:

“Certamente podemos tentar o controle e freio da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou só nesta posição. Mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência ou apenas política?”

Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado University:

“A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU… A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio… tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “mudança climática”.

Esse é o fim do capítulo de hoje!

Se voce leitor tem citações de cientistas ainda não citados aqui, compartilhe conosco seu material e ajude o blog a ter o melhor conteúdo!

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fakeclimate@scientist.com

Abraços tropicais!

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