Chove chuva…chove sem parar

Publicado: janeiro 20, 2016 em Arquivo BFC!

 

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Jardim Rochedale (Zona Leste-SP) – 01/01/2016

Janeiro tendendo a bater recorde de precipitação no estado de São Paulo e em várias regiões do país com hidrelétricas, mas…

* SABESP continua a realizar o desligamento da água na região Sul da cidade de São Paulo TODOS OS DIAS, das 23h00 as 05h00. Esta região é abastecida pela represa Guarapiranga, só que chove tanto, mas tanto que a mesma SABESP está abrindo os vertedouros da represa para jogar água fora!!!

* Represas que geram energia elétrica fazem o mesmo processo de abrir os vertedouros para liberarem o excesso de água, mas continuamos sob o domínio da BANDEIRA ETERNA VERMELHA nas contas de energia elétrica, com mais um aumentinho básico de 12% para comemorar o carnaval!!!

E assim, seguimos o regime paradoxal brasileiro, sem planejamento, sem estratégia, desgovernado, de cabo a rabo.

Ricardo Augusto Felicio

COP 21: O dia que a Ciência morreu.

Publicado: dezembro 16, 2015 em Arquivo BFC!

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Por WILLIAM M BRIGGS, publicado em 12 de dezembro de 2015

Presidente Hollande, da França, foi ao microfone e, com grande Soberba Gaulesa, anunciou: 12 de dezembro de 2015 será um dia que viverá em “infâmia”. Ou talvez tenha sido para a “história.” É difícil dizer dado que honradamente estava bastante animado quando falou, vendo que o mundo tinha acabado de ingressar em um memorável acordo para passar o máximo de seu dinheiro, que for humanamente possível, para prevenir o que não pode ser prevenido.

Então faça a sua escolha: infâmia ou história. De qualquer forma, esta data fatídica será lembrada como o Dia em que a Ciência Morreu. Leia o resto deste post »

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À respeito das últimas reportagens publicadas no jornal ODIA sobre mudanças climáticas, venho aqui alertar para alguns erros cometidos.
Logo de cara, o erro começa por afirmar que o homem manipula o clima da Terra. Ora, o planeta tem 510 milhões de quilômetros quadrados donde 71% são oceanos. As cidades ocupam apenas 1% de todo o planeta. Podíamos encerrar a discussão por aqui, não é?? Pois bem; vamos ao tão falado limite de não ultrapassar o limite de 2ºC. Caso contrário, a humanidade e as espécies estariam fadadas ao caos climático. Só que não!!! A tão falada e idolatrada meta de 2ºC foi citada por um físico e também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

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COMENTÁRIOS AOS PARÁGRAFOS SOBRE O CLIMA CONSTANTES DA ENCÍCLICA PAPAL “LAUDATO SI”

Luiz Carlos Baldicero Molion

Embora tenha boas intenções, Sua Santidade faz coro com as afirmações dos tecnocratas da ONU e do IPCC, mesmo não os mencionando diretamente no texto. Os parágrafos 23 a 26 tratam do aquecimento global ou, como eufemisticamente chamado atualmente, mudanças climáticas, mas o texto não traz referências científicas que comprovem o que está sendo dito, como ocorre em outros parágrafos. Dos 246 parágrafos que compõem a Encíclica, apenas quatro são dedicados a esse tema.  O texto da Encíclica aborda outros temas ambientais também de forma vaga e/ou simplista, sem os cuidados técnicos e as devidas evidências científicas, e a preocupação da Encíclica, de maneira geral, parece recair mais sobre os seres humanos, particularmente os pobres, do que propriamente sobre o clima e os problemas ambientais. Em primeira análise, esses parágrafos estão repletos de falhas nos aspectos técnicos, com visões limitadas e unilaterais e só repetem o que é dito por alarmistas e está amplamente divulgado na mídia. Existem assuntos complexos que são tratados de maneira simplista. Critica o modelo de desenvolvimento atual, mas ignora o fato do desenvolvimento tecnológico ter trazido grandes benefícios para a humanidade e ter tirado mais de 1 bilhão de seres humanos da miséria nos últimos 20 anos. Mas um dos aspectos bons é que provoca as pessoas a considerarem o estilo atual de vida consumista e a analisarem melhor o seu interior e seu relacionamento com os outros seres humanos.

Seguem os quatro parágrafos correspondentes à tradução do texto para o Português feita por G.M. Ferretti  [iniciando com a letra “p”.#] e os comentários após cada um. Leia o resto deste post »

A Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) vai debater no dia 17 de setembro, a partir das 9h30, a encíclica do Papa Francisco Laudato Si (Louvado Sejas), que alerta para as graves consequências da degradação ambiental, atingindo, especialmente, as populações mais pobres. Na publicação, o papa critica o consumismo e desenvolvimento irresponsável e faz um apelo à mudança e à unificação global das ações para combater a degradação ambiental e as alterações climáticas.

A audiência pública foi solicitada em requerimento conjunto dos senadores João Capiberibe (PSB-AP), Fernando Bezerra (PSB-PE) e Jorge Viana (PT-AC) e do deputado federal Angelim (PT-AC), aprovado pela comissão nesta terça-feira (8). “A encíclica é densa. A questão ecológica é abordada não apenas em sua dimensão ‘natureza’, mas também no contexto humano, social, econômico, político, religioso e cultural”, assinalou Capiberibe.

Segundo Bezerra, que preside a comissão, o debate sobre a encíclica papal deverá contar com a participação do ministro do Superior Tribunal de Justiça Herman Benjamin; do secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Leonardo Steiner; e do jornalista Washington Novaes, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, que trata, em seus textos, de temas ligados a meio ambiente e cultura indígena.

COP21
No dia 30 setembro, a partir das 14h30, a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, apresentará à comissão a proposta do Brasil para a 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança no Clima (COP21), que será realizada em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro.

Antes dessa audiência, a comissão deverá promover debate com a ex-senadora Marina Silva e um representante do Observatório do Clima, uma rede de entidades civis envolvidas com a discussão sobre as mudanças climáticas no País. Conforme explicou Fernando Bezerra, Marina Silva deveria participar da discussão sobre a encíclica papal, mas não poderá comparecer em função de viagem à Europa. Assim, deverá preceder a vinda da ministra e deixar sua contribuição para o tema da COP21.

Visita a Observatório
A comissão também aprovou requerimento da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) para a realização de diligência por três senadores integrantes da comissão ao Observatório de Torre Alta, localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Uatumã, distante 350 quilômetros de Manaus.

Segundo ressaltou a senadora, o observatório é o maior e mais novo instrumento mundial para estudos sobre mudanças climáticas. Vanessa Grazziotin também pediu que a diligência seja acompanhada por pesquisadores do Instituto de Pesquisas da Amazônia (INPA). De acordo com o presidente da comissão, a visita integra uma série de diligências regionais a serem realizadas até novembro.

Da Redação – RCA
Com informações da Agência Senado

Capa_Final_CO2_22_07_baixaFinalmente, saiu hoje de gráfica o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?“, depois de 8 anos de estudos, pesquisas e análises, e depois de 4 anos escrevendo, compilando, revisando…
A DBO Editores lançou o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, autoria deste blogueiro, jornalista Richard Jakubaszko, e que tem coautoria de cientistas como o físico e climatologista Luiz Carlos Baldicero Molion, professor aposentado da Universidade Federal de Alagoas, e de José Carlos Parente de Oliveira, também físico, professor da Universidade Federal do Ceará. Os autores são céticos em relação às propaladas questões do aquecimento global e das mudanças climáticas. No livro, apresentam inúmeras respostas e contestações aos problemas e acusações formuladas pelos ambientalistas, muitas delas criminalizando os produtores rurais. Jakubaszko diz que “o CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, e não haveria vida, pois a fotossíntese não seria possível”.
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Um grupo de cientistas vaticina irregularidades na actividade solar dentro de cerca de 15 anos, e que poderemos ter que encarar uma “mini-Idade do Gelo” a partir de 2030.

Esta tese resulta de um novo modelo de ciclo solar que consegue prever que a actividade do Sol vai ficar reduzida em cerca de 60% durante a década de 2030.

A confirmar-se esse cenário, viveremos condições semelhantes às que se verificaram aquando da chamada “mini-Idade do Gelo” que começou em 1645.

Até agora nunca nenhum modelo científico tinha conseguido prever com precisão as flutuações na actividade solar, algo que a professora de Matemática Valentina Zharkova, da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, e os seus colegas de estudo acreditam ter finalmente conseguido.

“Encontramos componentes de onda magnética que aparecem aos pares, originários de duas capas diferentes no interior do Sol. Ambas têm uma frequência de aproximadamente 11 anos, ainda que esta frequência seja ligeiramente diferente e se compensem no tempo. Durante o ciclo, as ondas flutuam entre os hemisférios Norte e Sul do Sol. Combinando ambas as ondas juntas e comparando-as com os dados reais para o ciclo solar actual, descobrimos que as nossas previsões mostraram uma precisão de 97%”, destaca Valentina Zharkova, citada pela Europapress.

Com base nestas conclusões, depois das análises feitas no Observatório Solar Wilcox na Califórnia, este grupo de cientistas acredita poder dizer com exactidão que no Ciclo Solar 26, que se refere ao período entre 2030 e 2040, haverá uma redução significativa na actividade do Sol pelo facto de as suas ondas magnéticas ficarem “fora de sincronização”.

“No Ciclo 26, as duas ondas reflectem-se exactamente entre si: chegando ao mesmo tempo, mas em hemisférios opostos do Sol. A sua interacção será prejudicial, até quase anularem-se entre si. Prevemos que isto dará lugar a um mínimo de actividade solar”, destaca a investigadora.

ZAP

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Por Luiz Carlos Molion

Meus caros,

Meu primeiro artigo contra essa palhaçada do Protocolo de Montreal foi em 1988. A produção de ozônio (O3) depende da produção de radiação ultravioleta (UV), cujo fluxo é maior quando a atividade solar é máxima. O Sol tem um ciclo, denominado Ciclo de Gleissberg, que dura cerca de 100 anos. Esse ciclo atingiu seu máximo em 1957/58 e, a partir de dezembro de 2008, está em seu mínimo, que deve durar 22-24 anos (Ciclo de Hale), até 2030-2032. Na literatura é dito que esse Ciclo de Gleissberg já terminado foi o de maior atividade solar nos últimos 400 anos. Quando a atividade é máxima, a produção de radiação UV é maior. A UV é a única dentro do espectro solar que tem energia suficiente capaz de fotodissociar a molécula do gás oxigênio (O2). Ao absorver um quantum de UV, os átomos dO O2 são separados e se recombinam formando O3. Portanto, quanto maior for o fluxo de UV, maior será a concentração de O3 na camada. Um outro dado interessante é que a rede mundial de Espectrofotômetro Dobson (aparelho que mede O3, porém com muitas restrições) começou a se expandir no início da década de 1960, em pleno maximum maximorum solar e, consequentemente, máximo de O3. Ora, se o Sol mantiver o mesmo comportamento no futuro (?) e o ciclo é de 100 anos, fica claro que o próximo máximo solar, e de O3, se dará por volta de 2060. Não precisa ser nenhum cientista brilhante para somar 100 anos a 1960! E a Madre Superiora já dizia que entre dois máximos, existe um mínimo solar, e de O3, no caso,entre ‘2008-2032.
A organização Mundial do Comércio (OMC), instrumento da colonização global pelo G7, outorga patente de 20 anos para gases de refrigeração. Os CFC, ao contrário de seus substitutos,  são gases estáveis, inertes, não tóxicos e não corrosivos. O crime que eles cometeram é de serem de domínio público, não pagarem mais royalties e, portanto, serem baratos (US$ 1,70 por kg em 1987). Foram banidos pelo Protocolo de Montreal em 1987. Os substitutos (HFC) foram introduzidos a um custo de US$35,00 por quilo, um fator de 20! Em 2006, chegaram a custar US$ 52,00 por quilo. Mas, o tempo passa,  e mais 20 anos foram completados em 2007. A patente dos HFC caducou, passaram a ser de domínio público e não pagar mais royalties, e os chineses inundaram o mercado mundial de HFC , o que derrubou seu preço para US$2,00 por quilo. Então, o Protocolo de Montreal tem que ser emendado para eliminar os HFC, pois esses gases continuaram a “destruir a camada de O3″(?) e, mais um argumento agora, estão “contribuindo para o aquecimento global”.É claro que a OMC vai dar mais 20 anos de patente para que os substitutos dos HFC, já testados e na prateleira, continuem com preços altos devido aos royalties e “custos adicionais no processo de fabricação”. Esse é tipo de manobra para “proteger o emio ambiente e o clima global” é chamada de “neocolonialismo”, colonialismo não pela força, mas pela tecnologia e pelo sistema financeiro global (Banco Mundial e FMI). Ou seja, uma maneira camuflada de transferir dinheiro de países pobres, particularmente os tropicais que precisam de refrigeração ao custo baixo, para os países comandantes do Planeta, já desprovidos de recursos naturais e recursos energéticos!
Abraço a todos,

E se estabeleceu…

Publicado: maio 23, 2015 em Arquivo BFC!

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Paulo Nobre ocupa o  trono de ferro da CAPES. Caminho livre para a neurose aquecimentista?

Carlos Nobre ocupa o trono de ferro da CAPES. Caminho livre para o terror ambiental?

Ricardo Augusto Felicio – Prof. Dr Climatologia Mas, antes disto, um brasileiro preocupado com o futuro da nação.

Os “aquecimentistas” fizeram o maior alarde no Brasil e fora dele, com a indicação de Aldo Rebelo para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por este ter uma visão cética quanto ao falso “aquecimento global” e o terrorismo das “mudanças climáticas”, além de uma posição nacionalista sob a óptica da geopolítica que envolve estas questões e o desenvolvimento do Brasil. Tais posições, além de incomodar a falange pregadora do fim do mundo e do terror ambiental, gerava um incômodo e incompatibilidade em Carlos Nobre, “aquecimentista” assumido e reconhecido internacionalmente por esta posição. Desta forma, continuar ocupando o seu cargo político como secretário do MCTI mostraria de fato esta incompatibilidade. Mas como Nobre é uma daquelas pessoas poderosas que só “caem para cima” e tendo em vista que a “agenda ambiental” antinacional precisa continuar, nada melhor que ele ocupe uma posição onde ainda possa exercer esta influência com melhor eficiência. Assim sendo, o ministro da Educação acaba de indicá-lo para presidir nada mais, nada menos que a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior,) conselho ligado a esse ministério. De lá, Carlos Nobre exercerá toda a sua influência de aquecimentista no desenvolvimento da Ciência do Brasil.

É a CAPES que faz as questionáveis avaliações de revistas e periódicos científicos, onde não param de aparecer denúncias sobre tais medidas avaliadoras, conforme matérias publicadas em jornais nacionais e internacionais. De fato, não nos surpreenderemos quando ocorrerem as reavaliações das revistas científicas. Aquelas que porventura quiserem manter uma autonomia ou ousarem publicar trabalhos de cientistas que não sigam a “causa” poderão, até mesmo, ver afetado o seu prestígio. Entretanto, aquelas que contribuírem, com corpos editoriais participantes, poderão cada vez mais progredir nas avaliações. Este cenário é bem plausível e merece ser acompanhado de perto, cruzando nomes de corpos editoriais e avaliadores do programa, como já foram denunciados anteriormente.

Também cabe ao órgão direcionar as bolsas de pesquisa no Brasil, dentro dos programas de pós-graduação. Aqui, a confirmação das verbas para pesquisas “aquecimentistas” já é mais que óbvia, tendo em vista o número de bolsistas e pesquisas que recebem diretamente verbas para isto, em detrimento de outras áreas importantes do conhecimento. Desta forma, se os avaliadores das revistas, os pareceristas de bolsas e as pesquisas forem adeptos do “aquecimentismo”, pergunto: que chances terão os críticos desta visão distorcida dos fenômenos climáticos? A resposta parece evidente: nenhuma. Como eles também participam de comissões em universidades e instituições públicas brasileiras, virão depois dizer que os pesquisadores críticos – por eles alcunhados equivocadamente de “céticos” ou, de forma pejorativa, “negacionistas” – não têm trabalhos publicados. Assim, não é difícil compor um “consenso científico”: eliminam-se as pesquisas contrárias e as oportunidades dos seus autores.

Vale ressaltar que Carlos Nobre tem prerrogativas interessantes: nunca participa de programas ao vivo, como o Roda Viva da TV Cultura, tornando o programa uma “roda morta”; nos debates em que teve que encarar o Dr. Luiz Carlos Molion, em diversas vezes, pediu para ser o primeiro a explanar a sua apresentação e se retirou a seguir, com pretextos diversos, demonstrando desrespeito e despreparo para debates; só responde a perguntas selecionadas, nunca abertas à plateia diretamente. Outra vez, mais uma facilidade para se fazer “consenso científico”: cala-se a oposição.

Com a figura de Carlos Nobre na CAPES, teremos uma espécie de chancela final da politização da Ciência brasileira, no pior sentido desta expressão. No seu caso, que assume em seu currículo as posições de assessor climático do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, colaborador voluntário da ONG ambientalista WWF, como denuncia a jornalista canadense Donna Laframboise, e ativista da “sustentabilidade” (malthusianismo travestido de compromisso socioambiental), só poderemos esperar pelo pior.

De certo, a reclamação do ministro Aldo Rebelo se faz coerente. Cortaram-se as verbas para as pesquisas científicas, mas se transferiram estas mesmas verbas para a Educação. Vale ressaltar que tais verbas eram oriundas dos royalties do petróleo, que assim como fez o Nobre, pularam do Ministério da Ciência e Tecnologia para o Ministério da Educação. Restou-nos a dúvida legítima de que educação será esta.

Para encerrar, vale a pena repetir algo que está em pauta atualmente, quando sabemos que a educação é uma forma de transformação construtiva do ser humano e que, se usada erroneamente, poderá servir a propósitos muito obscuros, como a disseminação de falso conhecimento ou conhecimento politizado, que deverá ser o caso. É preciso bater nessa tecla, pois toda uma geração de estudantes está sendo submetida a uma autêntica lavagem cerebral no tocante aos assuntos climáticos, com o elevado risco de se formar uma massa de alienados desprovidos de senso crítico e incapaz de perceber a falsidade dos dogmas estabelecidos pelo falso “consenso científico” – como ocorreu na década de 1980, com a falácia do “buraco” na camada de ozônio, outro fenômeno natural falsamente atribuído à ação da indústria humana. Enquanto o Brasil reforça esta lavagem cerebral com projetos de lei para “educação ambiental” nas escolas, ocupando o tempo precioso de disciplinas muito mais importantes como Matemática, Física, Química, Biologia, Português, Geografia e História, o governo britânico a proíbe e extingue nas escolas, com a justificativa precisamente idêntica a que demos neste artigo: “Nós vemos muita política neste assunto” (Tim Oates, The Guardian 12/06/2011).