São Paulo, 15 de julho de 2014

Exmo. Sr.
Luiz Alberto Figueiredo Machado
Ministro das Relações Exteriores

A propósito da pretendida proposta nacional para uma política de mudanças climáticas, desafortunadamente, as discussões sobre o assunto têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, econômicas e acadêmicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos as considerações a seguir. Leia o resto deste post »

José Delgado Domingos: "Os políticos embarcaram numa filosofia de combate das emissões de CO2 sem terem uma base científica adequada" / Tiago Miranda

José Delgado Domingos: “Os políticos embarcaram numa filosofia de combate das emissões de CO2 sem terem uma base científica adequada” / Tiago Miranda

O professor do Instituto Superior Técnico ficou conhecido pelos seus argumentos contra o nuclear, pelas previsões meteorológicas independentes, pelas críticas aos defensores do aquecimento global e pelos projetos de eficiência energética.   Leia o resto deste post »

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Alteraram o calendário do concurso um dia antes do início dele, para nossos leitores não perderem a viagem segue o novo calendário revisado.

Convidamos a todos os colaboradores da equipe FakeClimate a participarem presencialmente das seções públicas do concurso do candidato, Prof. Ricardo Augusto Felicio, que se submeterá às provas para a obtenção do título de professor livre-docente, no Departamento de Geografia. 

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Olá caros leitores, o canal FakeClimate no youtube está comemorando seus 3 anos de existência!
 
Agradecemos ao público que nos prestigia e que nos ajuda em nossa divulgação científica.
 
Faça uma visita e reveja os melhores momentos da equipe FC em ação. Debates, vídeos, documentários, palestras e tudo o que você precisa para ficar por dentro do debate acerca das mudanças climáticas! 

 

O “efeito estufa” urbano

Publicado: julho 1, 2014 em Arquivo BFC!

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Os estudos da evolução das temperaturas máxima, mínima e média das cidades mostram, de um modo geral, que foram as mínimas que se elevaram progressivamente. Esta tendência verificou-se, sobretudo, a partir dos anos 1950.

Foram pois as temperaturas nocturnas que subiram. As temperaturas nocturnas, mais do que as diurnas, marcam mesmo a evolução da temperatura média. De facto, de um modo geral, a temperatura máxima não apresenta uma clara evolução de subida.

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Fonte: guiageo

Portugal pertence ao espaço aerológico do Atlântico Norte onde todos os parâmetros climáticos covariam porque eles obedecem à mesma dinâmica. Neste espaço, o tempo é comandado pelos anticiclones móveis polares (AMP) saídos do Árctico que transportam o ar frio e provocam um retorno do ar quente em direcção ao pólo.

O conceito de AMP foi estabelecido por Marcel Leroux, Prof. de Climatologia da “Université Jean Moulin, Lyon 3”, Director do “Laboratoire de Climatologie, Risques et Environment” do “Centre National de la Recherche Scientifique”, França. Leia o resto deste post »

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A teoria do aquecimento global é uma hipótese saída dos modelos informáticos e baseada em relações simplistas.
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Ela anuncia um contínuo aumento de temperaturas a nível global mas isso não está demonstrado.
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Seguramente, os anos 70 apresentaram um desvio climático fundamental (que os modelos não previram) que se traduziu num aumento progressivo da violência e da irregularidade do tempo, associado a uma modificação do modo de circulação geral (latitudinal rápido), fenómeno este que é fundamental para explicar o funcionamento da máquina térmica que é o nosso planeta, com duas fontes frias e uma fonte quente em permanente troca de energias através das massas de ar da troposfera e de água dos oceanos.

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Fonte: Christopher Michel / Flickr

Mesmo o Fakeclimate mostrando, mesmo os cientistas apresentado os dados, como fez Molion (veja artigo), os AGAs continuam a deturpar a ciência e as notícias, vendendo o alarmismo sem sentido e falacioso. O site “Carta Capital” em artigo chamado “Aquecimento global atinge ápice na Antártida”  mais uma vez reproduziu o discurso falacioso de que o gelo Antártico tem diminuído. Enquanto isso no mundo da realidade o gelo Antártico bate recorde de extensão. 

 

Estão fechando os olhos para os dados mais básicos.

 

Alertados por Stanley Burburinho no twitter, muitos usuários das redes sociais puderam notar que o Greenpeace Brasil entrara na campanha anti-Copa, incitando indígenas a participar do protesto que aconteceu em Brasília nessa semana.

Questionados qual era a relação da copa com o objeto social da ONG se limitaram a dizer que “fizeram estudos sobre gastos sobre a copa e a relação com o meio ambiente”, sem citar quais seriam os métodos usados no tal estudo e que conclusões os motivariam. Leia o resto deste post »

Sem título

Por: Luiz Carlos Baldicero Molion

Recentemente, a mídia focou sua atenção no derretimento do gelo de 159±48 bilhões de toneladas por ano(GT/a) de gelo na Antártica, dos quais 134 GT/aestariam ocorrendo na plataforma da Enseada do Mar de Amundsen, Antártica (veja mapa), hoje constituídade gelo flutuante em sua maior parte. Essesnúmeros, assustadores em princípio, são de um estudo foi realizado entre 2010-2013 utilizando o radaraltímetro satélite CryoSat-2 da Agência Espacial Europeia que, diz-se, apresenta um resolução espacial bem melhor se comparada com instrumentos antecessores.A mídia, entretanto, não comenta o erro envolvido nas observações por esse satélite que, no caso do Leste da Antártica, por exemplo, é superior a 1.200% (-3±36GT). Segundo a NASA, a perda de gelo é irreversível, pois as correntes marinhas mais aquecidas entram por debaixo da plataforma de gelo flutuante e “corroem”seu apoio sobre as rochas do continente, a linha de fixação do gelo, que é o limite entre o gelo flutuante e o continente. Como esse processo de “corrosão” do gelo seria contínuo, a linha de fixação sob a plataforma de gelo iria adentrando o continente e, entre 200 e 900 anos, essas plataformas desapareceriam, contribuindo para aumentar o nível do mar em cerca de 1,2 metros, segundo a páginascience@nasa. O aumento do nível do mar pode se elevar 0,44 milímetros por ano (mm/a) com essa taxa perda degelo.  Leia o resto deste post »