Palestra imperdível!

Novas pesquisas indicam um gradual aumento da cobertura vegetal em regiões áridas devido a fertilização por dióxido de carbono, na foto acima, Outback Australiano. Foto: Bruce Doran

Cientistas chamam isso de “efeito de fertilização do dióxido de carbono.” Isso tem causado um aumento da biomassa gradual em regiões áridas da Terra 1982-2010.

Os cientistas já suspeitavam de um florescimento de folhagem verde ao redor do globo, observada desde o início de 1980 em dados de satélite, causadas, pelo menos em parte, pelo aumento da concentração de dióxido de carbono na atmosfera da Terra. Agora, um estudo das regiões áridas em todo o mundo demonstra que a fertilização de dióxido de carbono tem, de fato, causado um “greening” (aumento da folhagem, da biomassa) gradual de 1982-2010. Leia o resto deste post »

Praticamente tudo o que foi dito pela comunidade científica dominante e os meios de comunicação sobre os supostos malefícios dos gases de efeito estufa, e em particular o dióxido de carbono, parece ser falso, de acordo com os novos dados compilados pelo Centro de Pesquisas da NASA em Langley. Como se pode ver, todos os gases de efeito estufa na atmosfera que Al Gore e todos os outros fraudadores do aquecimento global há muito reivindicam que causariam o superaquecimento e a destruição de nosso planeta estão, na verdade, resfriando-o, com base nos últimos estudos. Leia o resto deste post »

James Hansen (chapéu) em manifestação de rua. Coventry, Inglaterra

James Hansen (chapéu) em manifestação de rua. Coventry, Inglaterra

O climatólogo James Hansen, célebre pelo fato de ter sido o primeiro a apavorar o mundo com a perspectiva de um aquecimento global de origem humana, abandonou definitivamente a NASA, informou “Le Monde”

Era da tribuna dessa prestigiosa instituição que ele, qual pontífice em sua cátedra, lançava estarrecedoras previsões climáticas. É verdade que era duramente criticado por colegas cientistas e astronautas que salvaram o nome da instituição. 
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Vamos comparecer!

Imagem  —  Publicado: maio 24, 2013 em Calendário do Cético
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Sem títuloO título dessa postagem é o mesmo que o Jornal O Dia utilizou para sua matéria absurda sobre aquecimento global. E o fragmento está aí acima. 

Segundo o periódico, que publicou a notícia no ultimo dia 19, a quantidade de dióxido de carbono nunca foi tão alta em 4 milhões de anos. Aproximadamente 400 ppm.

Claro, a não ser que os editores do jornal tenham esquecido que as medições pelo método de Petenkoffer marcaram mais de 400 ppm de dióxido de carbono duas vezes durante o século XIX. Bom, se ninguém avisou eles, sugiro que revisem suas fontes.

Veja a absurda notícia completa nesse link.

Confira logo a abaixo a análise crítica da notícia, feita por Igor Maquieira. Gestor Ambiental erradicado no Rio de Janeiro e que não deixou pedra sobre pedra. Leia o resto deste post »

"Uma possibilidade arrepiante. Ao perturbar uma grande corrente oceanica o gelo que derrete no artico pode causar clima mais frio na europa e américa do norte em algumas décadas."

“Uma possibilidade arrepiante. Ao perturbar uma grande corrente oceânica
o gelo que derrete no ártico pode causar clima mais frio na Europa e América do norte em algumas décadas.”

Eles costumavam chamar isso de resfriamento global, mas o arrefecimento é o novo aquecimento.

Fonte: Real Science

Veja e seu catástrofismo nada científico que entretanto alavanca suas vendas.

Veja e seu catástrofismo nada científico que entretanto alavanca suas vendas.

A revista “Veja” publicou em seu site, no dia 15/04/2013, matéria que dificilmente seria mais habilmente apresentada para ludibriar o leitor.O título bate no realejo do aquecimento climático planetário que vem sendo abandonado em países mais bem informados: “Degelo na Antártida aumentou 10 vezes em 600 anos”. O subtítulo acentua o alarme: “derretimento intensificou-se na segunda metade do século XX, diz estudo”.O artigo se apoia numa pesquisa publicada pela revista Nature Geoscience. Ela é de autoria dos cientistas Nerilie J. Abram, Robert Mulvaney, Eric W. Wolff, Jack Triest, Sepp Kipfstuhl, Luke D. Trusel, Françoise Vimeux, Louise Fleet e Carol Arrowsmith, patrocinados pela grande Universidade Nacional da Austrália.O leitor que passa rápido sobre matéria tem ali tudo para sair impressionado pelo aquecimentismo catastrofista: a Antártica toda estaria derretendo em proporções desusadas, notadamente desde a intensificação do desenvolvimento industrial no século XX. Leia o resto deste post »

salvar

Ações humanas alteram o planeta? Ou pior ainda, elas podem controlá-lo? Estas são as questões que os cientistas céticos do clima vêm levantando o tempo todo. O número destes cientistas críticos quanto à ação do Homem e sua influência no clima terrestre vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, frente ao que vêm se apresentando no cenário internacional pelo modo como se criou um “problema” climático inexistente (UNITED STATES SENATE, 2008). Paralelamente, diversas fraudes em métodos de pesquisa e alterações de dados foram descobertas com o advento do escândalo do “climategate”, em dezembro de 2009, onde mais de dez anos de e-mails entre os pseudocientistas “aquecimentistas” foram disponibilizados na internet. A repercussão contra o IPCC tem gerado discussões homéricas no mundo desenvolvido, onde a cada dia um novo escândalo é posto aos olhos das pessoas, incluindo degelo do Himalaia e fraudes de créditos de carbono. Entretanto, curiosamente essas informações não chegam ao Brasil e, quando isto acontece, não passam de poucas linhas em uma breve notícia, sempre finalizada com algum comentário de um “aquecimentista” para dar mais fé à causa. Leia o resto deste post »

Ricardo Felício para variar não deixando pedra sobre pedra!